{"id":3043,"date":"2020-11-18T17:08:24","date_gmt":"2020-11-18T17:08:24","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.evino.com.br\/?p=3043"},"modified":"2022-02-02T21:48:23","modified_gmt":"2022-02-02T21:48:23","slug":"vale-do-rhone-guia-sobre-as-regioes-e-seu-produtores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/vale-do-rhone-guia-sobre-as-regioes-e-seu-produtores\/","title":{"rendered":"Vale do Rh\u00f4ne: guia sobre as regi\u00f5es e seu produtores"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Vale do Rh\u00f4ne \u00e9 considerado o elo entre o clima continental e o mediterr\u00e2neo, entre as famosas regi\u00f5es de Borgonha e Provence. Junto com a especificidade do clima, temos tamb\u00e9m a jun\u00e7\u00e3o de diferentes solos. Esse conjunto permite que os produtores juntem tradi\u00e7\u00e3o e originalidade, obtendo vinhos not\u00e1veis.&nbsp;<\/span><\/p>\n<h2><strong>NORTE E SUL DO RH\u00d4NE: QUAIS AS DIFEREN\u00c7AS<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Rh\u00f4ne est\u00e1 situado no sudeste da Fran\u00e7a. A regi\u00e3o come\u00e7a logo depois de Beaujolais, um pouco abaixo da famosa Lyon, um grande centro gastron\u00f4mico do pa\u00eds, e os vinhedos est\u00e3o situados entre os paralelos 44 e 45 norte. A produ\u00e7\u00e3o aqui \u00e9 majoritariamente de vinhos tintos, que representam 86% do total.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A regi\u00e3o tem esse nome pois \u00e9 literalmente um vale em torno do rio Rh\u00f4ne, que nasce das \u00e1guas do glaci\u00e1rio derretido no alto dos Alpes Su\u00ed\u00e7os e corre em dire\u00e7\u00e3o ao Mar Mediterr\u00e2neo. O rio desce 1.800m em uma extens\u00e3o de 813 km e tem um efeito moderador sobre a temperatura da regi\u00e3o, ajudando a suavizar as varia\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas e diminuindo o risco de geadas durante a primavera (j\u00e1 que geadas nessa \u00e9poca podem matar os brotos de uva).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dividimos a regi\u00e3o do Rh\u00f4ne em norte e sul porque existem muitas diferen\u00e7as entre elas. O norte \u00e9 mais estreito e com encostas bem \u00edngremes que v\u00e3o suavizando e alargando at\u00e9 chegar na parte sul do Vale. Al\u00e9m disso, h\u00e1 diferen\u00e7as no clima, no solo e nas variedades de uvas &#8211; consequentemente, os es<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">tilos de vinhos que cada um produz tamb\u00e9m \u00e9 diferente.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3046 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/wine-folly-mapa-rhone-194x300.png\" alt=\"\" width=\"546\" height=\"844\"><\/p>\n<p><em><strong>Fonte: Wine Folly<\/strong><\/em><\/p>\n<h3><strong>O RH\u00d4NE NORTE<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o cerca de 3.240 hectares de vinhedos, sendo que a maioria dos vinhos do Norte prov\u00e9m de denomina\u00e7\u00f5es classificadas como Cru. Apenas 5% da produ\u00e7\u00e3o de todo o Rh\u00f4ne sai daqui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aqui o clima \u00e9 mais continental, com temperaturas notavelmente mais baixas do que o sul. Isso em \u00e9poca de brota\u00e7\u00e3o resulta em rendimentos mais baixos, ou seja, o produtor tem menos uvas por videiras. Tamb\u00e9m por conta disso, as uvas possuem menos tempo para amadurecer. Assim, castas de matura\u00e7\u00e3o mais precoce se d\u00e3o melhor no norte.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os produtores precisam lidar com um vento muito frio chamado mistral, que sopra com for\u00e7a e vai criando ainda mais velocidade conforme desce o vale e pode danificar as videiras, que precisam ser suportadas por 2 ou 3 estacas conhecidas como <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u2018\u00e9chalas\u2019<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No norte, o solo \u00e9 composto majoritariamente por mica e xisto, com subsolo de granito e os vinhedos s\u00e3o plantados em encostas bem inclinadas e pr\u00f3ximas ao rio. Essa inclina\u00e7\u00e3o dificulta o cultivo e a colheita, processos que acabam tendo que ser manuais. Esses fatores agregam valor e contribuem para um aumento de pre\u00e7o dos vinhos da regi\u00e3o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3045 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/encosta-rhone-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"529\" height=\"352\"><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todas essas condi\u00e7\u00f5es tornam o norte ideal para o cultivo da casta Syrah, a \u00fanica variedade tinta autorizada no norte do Rh\u00f4ne. No caso das uvas brancas, temos 3 variedades autorizadas: Viognier, Marsanne e Roussanne. Em algumas denomina\u00e7\u00f5es essas uvas podem ser utilizadas para elaborar vinhos brancos e, em outras, \u00e9 permitida a adi\u00e7\u00e3o de uma pequena porcentagem de Viognier no vinho tinto como forma de aportar aromas e auxiliar na fixa\u00e7\u00e3o de cor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os vinhos tintos da regi\u00e3o s\u00e3o secos e bastante t\u00e2nicos. Tendem a ter cor profunda e apresentar aromas que lembram frutas negras, pimenta preta e flores como violetas. Normalmente s\u00e3o vinhos feitos para envelhecer, e com o passar do tempo adquirem aromas de ca\u00e7a e couro. A maioria dos vinhos brancos da regi\u00e3o s\u00e3o feitos no estilo seco tamb\u00e9m.<\/span><\/p>\n<p><b>CURIOSIDADE: uvas brancas podem ajudar a estabilizar a extra\u00e7\u00e3o de cor das uvas tintas. Voc\u00ea sabe de onde vem a cor dos vinhos tintos? Os pigmentos que geram as cores vermelho, azul e preto s\u00e3o da fam\u00edlia dos compostos fen\u00f3licos, conhecido por antocianinas, da mesma fam\u00edlia que os taninos. Acontece que esses pigmentos podem mudar de colora\u00e7\u00e3o de acordo com o pH da solu\u00e7\u00e3o em que se encontram. No pH do vinho (3,4), apenas 10% das antocianinas existem em um estado que expressa a cor vermelha.<\/b><\/p>\n<p><b>A copigmenta\u00e7\u00e3o descreve uma intera\u00e7\u00e3o entre uma antocianina e um substrato incolor que real\u00e7a os tons de vermelho-azulado dos vinhos tintos jovens. Acredita-se que algumas variedades de uvas brancas cont\u00eam concentra\u00e7\u00f5es mais altas de substratos n\u00e3o coloridos, e por isso, acredita-se que ao misturar cerca de 10-15% de uma variedade de uva branca a uma fermenta\u00e7\u00e3o de vinho tinto aumenta o potencial para a forma\u00e7\u00e3o de copigmenta\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 muito comum no norte do Rh\u00f4ne!<\/b><\/p>\n<h3><strong>O RH\u00d4NE SUL<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O sul come\u00e7a na cidade de Mont\u00e9limar e vai at\u00e9 N\u00eemes. Nessa parte, o Vale come\u00e7a a&nbsp; alargar e o terreno fica bem mais plano quando comparado ao norte. Os vinhedos come\u00e7am a se estender para longe do rio tamb\u00e9m, at\u00e9 cerca de 80km.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O clima na parte sul \u00e9 Mediterr\u00e2neo, o que significa um clima mais \u00e1rido, com ver\u00f5es mais quentes e sem a presen\u00e7a de chuvas, fazendo com que uvas mais resistentes \u00e0 seca se adaptem melhor nessa parte da regi\u00e3o; j\u00e1 as noites mais frias ajudam a preservar a acidez das uvas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar do terreno mais plano, h\u00e1 alguns picos e cadeias de montanha, cujo ar quem vem do topo beneficia os vinhedos plantados nas bases. Aqui temos 5 principais tipos de solo: pedregoso (conhecidos como galets), argila, calc\u00e1rio, arenito vermelho e loess (um conglomerado de rochas sedimentares).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As videiras costumam ser plantadas sem nenhuma forma de sustenta\u00e7\u00e3o e s\u00e3o podadas para ficarem baixinhas, pr\u00f3ximas ao ch\u00e3o. Isso as ajuda a resistir \u00e0 for\u00e7a dos ventos Mistral. Essas videiras tamb\u00e9m precisam que a colheita seja manual, j\u00e1 que a pouca dist\u00e2ncia do ch\u00e3o n\u00e3o permite o uso de m\u00e1quinas. Outro fator \u00e9 que as videiras s\u00e3o mais espa\u00e7adas para que n\u00e3o haja competi\u00e7\u00e3o por \u00e1gua entre as ra\u00edzes de cada videira.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3047 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/soil-type-north-rhone-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"543\" height=\"407\"><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aqui encontramos cerca de 30 variedades de uvas, entre essas destacamos as tintas Grenache Noir, Syrah, Mourv\u00e8dre, Carignan, Cinsault; e as brancas Grenache Blanc, Clairette, Viognier, Marsanne, Roussanne, Ugni Blanc, Rolle e outras. Em geral, os vinhos do sul s\u00e3o feitos com mais de uma variedade, s\u00e3o mais encorpados, mais alco\u00f3licos e mais potentes que os do norte.&nbsp;<\/span><\/p>\n<h2><strong>AS PRINCIPAIS DENOMINA\u00c7\u00d5ES DE ORIGEM DO RH\u00d4NE E SEUS VINHOS<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A maioria dos vinhos produzidos no Vale do Rh\u00f4ne s\u00e3o feitos sob a denomina\u00e7\u00e3o regional de C\u00f4tes du Rh\u00f4ne, que abrange tanto as sub-regi\u00f5es do Norte como do Sul, entretanto, praticamente todo o vinho com essa classifica\u00e7\u00e3o prov\u00e9m da parte Sul. Isso se deve ao fato de que a maioria dos vinhedos do Norte encontram-se em localiza\u00e7\u00f5es de prest\u00edgio que podem ser denominadas como Crus (um n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o com regras mais r\u00edgidas). Os r\u00f3tulos C\u00f4tes du Rh\u00f4ne podem ser feitos como tinto, branco ou ros\u00e9; tamb\u00e9m podem ser varietais ou corte entre uvas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dentro de C\u00f4tes du Rh\u00f4ne temos alguns <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">villages<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, que s\u00e3o sub-regi\u00f5es ainda menores. Para poder colocar o nome do Village no r\u00f3tulo, 100% das uvas devem ser origin\u00e1rias dessa parcela espec\u00edfica. Atualmente, apenas 20 vilarejos s\u00e3o autorizados a colocar o nome no r\u00f3tulo. Para al\u00e9m disso, h\u00e1 que se seguir regras de produ\u00e7\u00e3o mais r\u00edgidas e vinhedos com menores rendimentos. Os villages tamb\u00e9m podem ser tintos, brancos ou ros\u00e9s; mas, por lei, os vinhos devem ser elaborados a partir de uma mistura de pelo menos 2 uvas, sendo a Grenache a principal tinta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No topo da hierarquia, com regras muito mais restritas no que diz respeito a plantio e vinifica\u00e7\u00e3o, est\u00e3o as denomina\u00e7\u00f5es classificadas como Cru. No Rh\u00f4ne, temos ao todo 17 denomina\u00e7\u00f5es nesta categoria, sendo que 8 est\u00e3o na parte Norte e 9 na parte Sul. Come\u00e7ando l\u00e1 de cima, temos:<\/span><\/p>\n<h3><strong>CRUS DO NORTE<\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><b>C\u00f4te-Rotie: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">o nome desse Cru quer dizer literalmente \u201cencosta assada\u201d, uma refer\u00eancia \u00e0 grande quantidade de sol que a encosta recebe. Aqui s\u00f3 se produzem vinhos tintos feitos com a Syrah, mas \u00e9 permitida a adi\u00e7\u00e3o de at\u00e9 20% da casta branca Viognier. Os vinhos costumam apresentar notas de frutas negras, especiarias como pimenta, e violetas.&nbsp; Importante ressaltar que n\u00e3o s\u00e3o produzidos vinhos brancos aqui.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><b><b>Condrieu: <span style=\"font-weight: 400;\">essa denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 exclusivamente de vinhos brancos e a \u00fanica casta permitida \u00e9 a Viognier. Em geral, s\u00e3o vinhos secos, encorpados, com acidez moderada e aromas intensos de frutas tropicais, am\u00eandoas, flores e mel.<\/span><\/b><\/b><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Ch\u00e2teau-Grillet<\/strong>, <span style=\"font-weight: 400;\">na verdade, \u00e9 uma propriedade dentro de Condrieu que possui sua pr\u00f3pria denomina\u00e7\u00e3o. Ela conta com 3,5 hectares e os vinhos s\u00e3o feitos seguindo as mesmas regras de Condrieu.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Saint-Joseph:<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> aqui \u00e9 permitida a produ\u00e7\u00e3o tanto de tintos com a uva Syrah, como de vinhos brancos, geralmente feitos com as uvas Marsanne e Roussanne. Os tintos representam 90% da produ\u00e7\u00e3o. Neles, podem aparecer aromas e sabores de groselha, violetas e notas grafite.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Crozes-Hermitage<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 a maior denomina\u00e7\u00e3o do Norte em termos de volume. Os vinhedos encontram-se ao redor da montanha de Hermitage, com solos variados. L\u00e1, at\u00e9 15% de Marsanne e Roussanne pode ser adicionado ao vinhos tintos, que representam a maior parte da produ\u00e7\u00e3o, e costumam ter notas de frutas negras, chocolate, caf\u00e9 e folhas escuras. Os brancos, em geral, t\u00eam notas de flores e frutas silvestres.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Hermitage:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">encosta \u00edngreme dentro de Crozes-Hermitage. Aqui tamb\u00e9m \u00e9 permitido adicionar at\u00e9 15% de Marsanne e Roussanne nos tintos, apesar de ser uma pr\u00e1tica rara. Essas castas s\u00e3o mais usadas para produ\u00e7\u00e3o de vinhos brancos mesmo. Tanto os tintos quanto os brancos feitos aqui s\u00e3o r\u00f3tulos bem estruturados e com grande potencial de envelhecimento.<\/span><\/li>\n<li><strong>Cornas:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">produz apenas vinhos tintos feitos 100% com a uva Syrah. Os vinhedos est\u00e3o em encostas bem \u00edngremes, com boa exposi\u00e7\u00e3o solar. Os r\u00f3tulos produzidos em Cornas apresentam de muito corpo e estrutura, al\u00e9m de aromas de frutas pretas, caf\u00e9, fumo e um toque de carne.<\/span><\/li>\n<li><strong>Saint-P\u00e9ray:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">este Cru produz apenas vinhos brancos, que podem ser tranquilos ou espumantes, elaborados com as uvas Marsanne e Roussanne. Os espumantes s\u00e3o produzidos aqui desde 1825.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>CRUS DO SUL<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><b><b>Ch\u00e2teauneuf-du-Pape: <span style=\"font-weight: 400;\">um dos nomes mais reconhecidos do Rh\u00f4ne e tamb\u00e9m o maior de todos os Crus da regi\u00e3o, \u00e9 um terroir emblem\u00e1tico com solos de pedras calc\u00e1rias (os galets). L\u00e1, s\u00e3o autorizadas oficialmente 13 castas diferentes entre tintas e brancas, sendo <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Grenache, Syrah, Mourv\u00e9dre, Clairette, Cinsault, Roussanne e Bourboulenc as principais<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Os vinhos s\u00e3o bem encorpados e carnudos, famosos pela estrutura e pelos taninos maduros. Tamb\u00e9m podem ser produzidos na vers\u00e3o branca, na qual costumam apresentar notas de ma\u00e7\u00e3 verde e flores, paladar igualmente encorpado e acidez moderada.<\/span><\/b><\/b><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Gigondas:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">a temperatura aqui \u00e9 bem quente, mas as massas de ar frio ajudam a preservar acidez dos vinhos. A maior parte da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de tintos feitos pelo corte famoso GSM (Grenache, Syrah, Mouv\u00e8dre), enquanto os ros\u00e9s s\u00e3o feitos na maior parte com Grenache. N\u00e3o h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o de vinhos brancos aqui.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Vacqueyras:<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> aqui encontramos vinhos tinto, branco e ros\u00e9. Os tintos tamb\u00e9m s\u00e3o feitos pelo corte GSM, por\u00e9m, podem ser mais carnudos e encorpados. Os brancos costumam ser feitos com Clairette, Grenache Blanc e algumas outras, e os ros\u00e9s s\u00e3o feitos em sua maioria com Grenache, Mourv\u00e8dre e Cinsault. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Beaumes-de-Venise:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">nesta denomina\u00e7\u00e3o temos os Vin Doux Naturels (Vinhos Doces Naturais&nbsp; &#8211; VDN), entre eles, o famoso Muscat de Beaumes-de-Venise, feito com a Muscat \u00e0 Petit Grains. S\u00e3o vinhos com aromas de flores, lichia e mel. Aqui tamb\u00e9m temos vinhos tinto secos, elaborados com Grenache e Syrah.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Lirac:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas fazem com que o rendimento das videiras seja baixo, aumentando a qualidade dos vinhos. Os vinhos brancos, feitos principalmente com a Clairette, s\u00e3o bem macios e de corpo m\u00e9dio, com aromas de lim\u00e3o, erva-doce e ma\u00e7\u00e3. Os ros\u00e9s s\u00e3o feitos nos dois estilos (mais claro &#8211; prensagem direta; mais escuro &#8211; com macera\u00e7\u00e3o das cascas), com as uvas Grenache, Cinsault, Syrah e Mourv\u00e8dre; os tintos utilizam as mesmas uvas que os ros\u00e9s.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Tavel:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">a denomina\u00e7\u00e3o mais famosa de vinhos ros\u00e9s, e produz apenas r\u00f3tulos nesse estilo. Embora a Grenache seja a principal uva, \u00e9 permitido o uso de outras 9 variedades. Os vinhos s\u00e3o feitos pelo m\u00e9todo saign\u00e9e, em que h\u00e1 macera\u00e7\u00e3o das cascas. O resultado s\u00e3o vinhos com boa concentra\u00e7\u00e3o e estrutura. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Vinsobres:<\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> produz apenas vinho tinto feitos com pelo menos 50% de Grenache. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Rasteau:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">aqui \u00e9 poss\u00edvel encontrar Vinhos Doces Naturais (VDN) brancos, tintos e ros\u00e9s. Tamb\u00e9m encontramos tintos secos, e o corte predominante \u00e9 o GSM. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Cairanne:<\/strong> <span style=\"font-weight: 400;\">o Cru mais recente do Rh\u00f4ne. Produz tintos e ros\u00e9s, com maior porcentagem de Grenache Noir. Os vinhos brancos s\u00e3o feitos em maior parte com a Grenache Blanc e costumam ter um toque herbal no nariz.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>PRODUTORES RENOMADOS DO RH\u00d4NE<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma regi\u00e3o como essa as possibilidades s\u00e3o in\u00fameras. Produtores de alto n\u00edvel conseguem explorar o melhor de cada uma dessas regi\u00f5es e criar vinhos inigual\u00e1veis.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 grandes nomes no Rh\u00f4ne, entre eles o conceituado <\/span><b>M. Chapoutier<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, existente desde 1808 em Hermitage. Apesar da enorme tradi\u00e7\u00e3o, foi quando o bisneto do fundador e vision\u00e1rio en\u00f3logo Michel Chapoutier se tornou respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o dos vinhos que a vin\u00edcola alcan\u00e7ou grande fama e prest\u00edgio internacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Michel queria extrair a express\u00e3o pura da regi\u00e3o e das variedades de uvas ali encontradas. Para isso, decidiu trabalhar com as chamadas \u201cs\u00e9lection parcellaires\u201d, fazendo vinhos particulares, de acordo com as caracter\u00edsticas das diferentes parcelas de terra. Al\u00e9m disso, Michel tamb\u00e9m optou por um cultivo mais natural das uvas, adotando pr\u00e1ticas agr\u00edcolas org\u00e2nicas e biodin\u00e2micas e investindo na dica dada pelo renomado cr\u00edtico Robert Parker em uma visita \u00e0 vin\u00edcola quando Michel ainda tinha apenas 27 anos&nbsp; O cr\u00edtico acreditava que o cultivo sustent\u00e1vel pudesse ser um diferencial da M. Chapoutier no mercado.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>O trabalho desse en\u00f3logo inovador, admirado desde cedo por Parker, acaba de chegar na Evino.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inspirado pela filosofia dos vinhos de terroir, Michel originou alguns dos r\u00f3tulos que levaram o&nbsp; seu nome e o nome do Rh\u00f4ne a ganhar reconhecimento no mundo inteiro. Entre eles, um <a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/chapoutier-chateauneuf-du-pape-192011.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ch\u00e2teauneuf-du-Pape<\/a> tradicional e um <a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/chapoutier-crozes-hermitage-blanc-191891.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Crozes-Hermitage 100% Marsanne.<\/a><\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3055 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1000002442-standing-front-saint-joseph-80x300.png\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"300\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3053 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/mchapoutier-crozes-hermitage-2018-79x300.png\" alt=\"\" width=\"79\" height=\"300\"><\/p>\n<p>*Sujeito a altera\u00e7\u00e3o de estoque<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro grande nome do Vale do Rh\u00f4ne \u00e9 <\/span><b>Xavier Vignon<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. O en\u00f3logo, famoso pelo seu perfil singular preza muito pelo valor do trabalho bem feito. Em 1996, come\u00e7ou sua carreira de en\u00f3logo consultor. Com reputa\u00e7\u00e3o de consultor ousado e de t\u00e9cnicas inovadoras, que funcionam muito bem, atraiu cada vez mais clientes para sua porta e foi incentivado pelos mais pr\u00f3ximos a produzir seus pr\u00f3prios vinhos, que hoje tamb\u00e9m s\u00e3o adorados pelo cr\u00edtico Robert Parker.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Encantado com o Vale do Rh\u00f4ne e sua multiplicidade de terroirs, Xavier resolveu fazer seus vinhos ali, onde teria a liberdade de criar: poderia explorar vinhos com diferentes exposi\u00e7\u00f5es solares, solos distintos e trabalhar com um bom n\u00famero de castas para elaborar vinhos espetaculares. Um grande vinho \u00e9 o <\/span><a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/xavier-vignon-arcane-vi-les-amoureux-c--tes-du-rh--ne-aop-2016-138601.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><b>Xavier Vignon Arcane VI Les Amoureux C\u00f4tes du Rh\u00f4ne AOP 2016.<\/b><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3056 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/xavier-vignon-les-amoureux-87x300.png\" alt=\"\" width=\"87\" height=\"300\"><\/p>\n<p>*Sujeito a altera\u00e7\u00e3o de estoque<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O r\u00f3tulo Les Amoureux traz pela primeira vez a jun\u00e7\u00e3o de 5 Crus diferentes: com uvas cultivadas em Lirac, Gigondas, Beaumes de Venise, Vacqueyras e Rasteau, essa assemblagem \u00e9 composta de 80% de Grenache, 20% de Mourv\u00e8dre, Cinsault e Caladoc. O vinho apresenta notas de morango, framboesa, mirtilo e ameixas; tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel sentir especiarias como pimenta preta e ervas. Na boca \u00e9 potente, com taninos bem estruturados, sem deixar de ser macio e sedoso.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><b>Conhe\u00e7a tamb\u00e9m os vinhos da linha <a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/lirac-2016-signature-range-189661.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Signature: Xavier Vignon Signature Range Lirac 2016&nbsp;<\/a><\/b><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3054 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/xavier-vignon-signatures-lirac-85x300.png\" alt=\"\" width=\"85\" height=\"300\"><\/p>\n<p>*Sujeito a altera\u00e7\u00e3o de estoque<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este Cru est\u00e1 bem de frente para esta denomina\u00e7\u00e3o est\u00e1 Ch\u00e2teauneuf-du-Pape. Por isso, Lirac \u00e9 famosa pela produ\u00e7\u00e3o de tintos no estilo de seu vizinho, afinal, as duas denomina\u00e7\u00f5es ficam muito pr\u00f3ximas. Nesta denomina\u00e7\u00e3o o clima e o solo contribuem para que as vieiras gerem frutas de qualidade superior. As duas variedades foram co-fermentadas, para gerar maior complexidade, a temperaturas moderadas, visando favorecer a difus\u00e3o arom\u00e1tica. Envelhecimento de 30% em barricas por 12 meses, o restante estagiou em cubas de concreto para preservar a pureza da fruta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Agora, se voc\u00ea quer conhecer os vinhos direto da famosa denomina\u00e7\u00e3o de Ch\u00e2teauneuf-du-Pape, sugerimos dois grandes vinhos: <a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/domaine-le-mourre-chateauneuf-du-pape-2016-108151.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Domaine Le Mourre Chateauneuf Du Pape 2016<\/a>, elaborado pela Celliers des Princes, produtores de Ch\u00e2teauneuf-du-Pape desde 1925 e o <a href=\"https:\/\/www.evino.com.br\/product\/chateauneuf-du-pape-domaine-pere-papite-2017-174651.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Domaine du P\u00e8re Papit\u00e9 Ch\u00e2teauneuf-du-Pape AOC 2017,<\/a> elaborado pela Castel, um dos maiores produtores de vinho da Fran\u00e7a. Com vinhedos em diversas regi\u00f5es, a produtora sempre trabalha com o m\u00e1ximo respeito pelo terroir e pela paisagem vit\u00edcola francesa em geral. Cada uma de suas propriedades compartilha de um compromisso duradouro com a produ\u00e7\u00e3o de vinho sustent\u00e1vel, desenvolvendo m\u00e9todos de trabalho levando em considera\u00e7\u00e3o as pessoas e o meio ambiente.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3051 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/le-mourre-chateauneuf-du-pape-80x300.png\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"300\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3057 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/chateauneuf-du-pape-pere-papite-80x300.png\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"300\"><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Domaine Le Mourre apresenta cor vermelho-rubi, com notas de frutas vermelhas frescas e especiarias; na boca tem taninos sedosos, \u00e9 redondo, potente e elegante e com final longo. J\u00e1 o Domaine Le P\u00e8re \u00e9 tem colora\u00e7\u00e3o rubi mais intenso, com aromas de frutas vermelhas e pretas maduras, cacau e especiarias.<\/span><\/p>\n<h2><strong>HIST\u00d3RIAS DO RH\u00d4NE<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As vinhas est\u00e3o presentes nessa regi\u00e3o h\u00e1 milhares de anos, desde as tribos c\u00e9lticas. Entretanto, foi por volta de 600 a.C., com a instala\u00e7\u00e3o dos gregos, que come\u00e7ou-se a viticultura formal. O rio Rh\u00f4ne era ent\u00e3o utilizado para transportar mercadorias, entre essas alguns barril de vinho.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os romanos chegaram por volta do ano 12 a.C., e ent\u00e3o come\u00e7aram a desenvolver&nbsp; os vinhos para o interior e norte do Vale. Os romanos foram respons\u00e1veis pelas escava\u00e7\u00f5es de terra\u00e7os em diversas encostas do Norte, como C\u00f4te-Rotie e Saint-Joseph, permitindo o plantio das vinhas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A regi\u00e3o continuou produzindo vinhos mesmo com a queda do imp\u00e9rio, por\u00e9m, a fama s\u00f3 viria s\u00e9culos mais tarde. Tudo come\u00e7ou no s\u00e9culo 14, quando o pal\u00e1cio do Papa passou a ficar na cidade de Avignon, na parte Sul do Vale; foram 7 Papas franceses no comando da Igreja neste s\u00e9culo.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-3044 lazyload\" src=\"https:\/\/www.evino.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/castelo-dos-papas-avigon-300x226.jpg\" alt=\"\" width=\"539\" height=\"406\"><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto o centro da Igreja estava no Rh\u00f4ne, os Papas incentivaram a produ\u00e7\u00e3o de vinhos locais, em especial os vinhos do vilarejo mais pr\u00f3ximo do castelo que estava a cerca de 20km de dist\u00e2ncia. Foi nesse vilarejo que o Papa Jo\u00e3o&nbsp; XXII resolveu construir uma resid\u00eancia de ver\u00e3o, propriedade que ficou conhecida como Ch\u00e2teauneuf-du-Pape (em portugu\u00eas, o Castelo novo do Papa). Mais tarde, esse se tornaria o nome do pr\u00f3prio vilarejo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais alguns s\u00e9culos para frente, em 1924, foi o Bar\u00e3o Pierre Le Roy &#8211; propriet\u00e1rio de vinhedos na regi\u00e3o e advogado &#8211; que buscou proteger a regi\u00e3o desses vinhos e em 1935 ajudou a criar o primeiro sistema de Appellation d&#8217;Origine Contr\u00f4l\u00e9e (Apela\u00e7\u00e3o de Origem Controlada &#8211; AOC). Foi Bar\u00e3o Le Roy tamb\u00e9m que, juntamente com outros sindicatos, fundou o Institut National des Appellations d\u2019Origine (INAO).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Agora que voc\u00ea j\u00e1 sabe tudo sobre os vinhos do Rh\u00f4ne, chegou a hora de degust\u00e1-los.&nbsp; Confira as op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis no nosso site e aproveite o cupom <strong>DICASBLOG<\/strong> para garantir 10% de desconto na sua primeira compra!<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Vale do Rh\u00f4ne \u00e9 considerado o elo entre o clima continental e o mediterr\u00e2neo, entre as famosas regi\u00f5es de Borgonha e Provence. Junto com a especificidade do clima, temos tamb\u00e9m a jun\u00e7\u00e3o de diferentes solos. Esse conjunto permite que os produtores juntem tradi\u00e7\u00e3o e originalidade, obtendo vinhos not\u00e1veis.&nbsp; NORTE E SUL DO RH\u00d4NE: QUAIS AS DIFEREN\u00c7AS O Rh\u00f4ne est\u00e1 situado no sudeste da Fran\u00e7a. A regi\u00e3o come\u00e7a logo depois de Beaujolais, um pouco abaixo da famosa Lyon, um grande centro gastron\u00f4mico do pa\u00eds, e os vinhedos est\u00e3o situados entre os paralelos 44 e 45 norte. 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