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	<title>Arquivos pra fazer a fina - Evino</title>
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	<description>Blog evino</description>
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		<title>Vinho seco, meio-seco, doce ou suave: qual a diferença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaynan Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a diferença entre vinho seco, meio-seco, doce ou suave? Será que só o vinho seco é bom, ou eles podem variar de acordo com o gosto de cada um? Hoje vamos desmistificar alguns preconceitos e ensinar para você o essencial sobre cada um desses tipos de vinho. Como diferenciar entre vinho seco ou suave? A categorização de vinho seco, meio-seco e doce (ou suave) é feita a partir da quantidade de açúcar residual por litro de vinho. Na legislação brasileira, o vinho seco tem até 4g de açúcar por litro; das 4,1g/L até 25g/L o vinho é meio-seco; acima...</p>
<p>O post <a href="https://www.evino.com.br/blog/vinho-seco-meio-seco-doce-ou-suave/">Vinho seco, meio-seco, doce ou suave: qual a diferença?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.evino.com.br/blog">Evino</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-weight: 400;">Qual a diferença entre vinho seco, meio-seco, doce ou suave? Será que só o vinho seco é bom, ou eles podem variar de acordo com o gosto de cada um? Hoje vamos desmistificar alguns preconceitos e ensinar para você o essencial sobre cada um desses </span><b>tipos de vinho</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como diferenciar entre vinho seco ou suave?</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">A categorização de vinho seco, meio-seco e doce (ou suave) é feita a partir da quantidade de açúcar residual por litro de vinho. Na legislação brasileira, o vinho seco tem até 4g de açúcar por litro; das 4,1g/L até 25g/L o vinho é meio-seco; acima disso, o vinho pode ser considerado doce ou suave.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Agora você deve estar se perguntando: de onde vem esse açúcar? Os açúcares nos vinhos vêm das uvas usadas para a sua produção. Durante o processo de <a href="https://www.evino.com.br/blog/vinho-tinto-conheca-as-etapas-da-producao/">vinificação</a>, o açúcar natural das uvas é transformado em álcool. Chamamos de </span><b>açúcar residua</b><span style="font-weight: 400;"><strong>l</strong> a parcela de açúcar que não passou por essa transformação.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Essa legislação varia de país em país. Por isso, é possível que um vinho considerado meio-seco no Brasil seja classificado como vinho seco na Itália e França, por exemplo.</span></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/classificacao_de_residual_de-acucar_vinhos-300x212.png" alt="Classificação de vinho seco, meio-seco, doce ou suave no Brasil e na Europa" class="wp-image-2992 lazyload"/></figure>



<p><em>Legenda: classificação de vinho seco, meio-seco, doce ou suave no Brasil e na Europa.</em></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Também vale lembrar que a legislação explicada acima sobre vinho seco ou suave, meio-seco e doce não se aplica aos vinhos espumantes. Esses têm as suas próprias categorias e legislação, e você pode entendê-las melhor no artigo em que detalhamos tudo sobre <a href="https://www.evino.com.br/blog/espumante-o-que-e-descubra-o-universo-por-tras-das-bolhas/">o que é espumante</a>! </span></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são os vinhos doces?</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Opostos do vinho seco, os vinhos doces são conhecidos como </span><b>vinhos de sobremesa</b><span style="font-weight: 400;">, tal qual os famosos líquidos doces produzidos em <a href="https://www.evino.com.br/vinhos?q=Sauternes"><strong>Sauternes</strong></a>, feitos com frutos que possuem alto grau de açúcar devido à <em>Botrytis Cinerea</em></span><span style="font-weight: 400;">, um fungo comum na região francesa que deixa a casca da uva porosa, possibilitando a drenagem natural da água e concentração de açúcares e sabores nos bagos.&nbsp;</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Além dessa técnica apresentada acima, existem outras que podemos usar para produzir vinhos de sobremesa:</span><span style="font-weight: 400;"><br></span></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><b>Appassimento</b><span style="font-weight: 400;">: secagem delicada das uvas com o objetivo de conseguir uma maior concentração de açúcares;&nbsp;</span></li>



<li><b>Colheita tardia:</b><span style="font-weight: 400;"> permite as uvas amadurecerem por mais tempo, acumulando uma quantidade maior de doçura na fruta.</span></li>
</ol>



<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de fazer vinhos doces é adicionar durante o processo de vinificação uma solução chamada mosto concentrado retificado (MCR), que é feita com suco de uva filtrado ou a partir do isolamento do açúcar de uvas viníferas. Com isso, é possível aportar à bebida um sabor mais doce e menos complexo. O açúcar adicionado posteriormente pode “esconder” as nuances de sabores e aromas do líquido.&nbsp;</span></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é o vinho suave?</h3>



<p><span style="font-weight: 400;">Falando em vinhos suaves, além de serem o mesmo que os vinhos doces na legislação, o termo também pode ser usado para falar das bebidas feitas com uvas de mesa, ou seja, uvas não viníferas.&nbsp;</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Elas também são conhecidas como Vitis Labrusca e, apesar de não serem utilizadas para a produção de <a href="https://www.evino.com.br/blog/vinhos-finos-e-vinhos-de-mesa/"><strong>vinhos finos</strong></a>, quando bem manuseadas, dão vida a alguns rótulos do Novo Mundo. E, ao contrário do que muitos pensam, elas podem gerar vinhos de alta qualidade, como é o caso das uvas Niagara, Lorena e Goethe.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, a nomenclatura “suave” em um rótulo serve para mostrar que, ao contrário do vinho seco, ele é doce. Mas também podemos usá-la para descrever características do rótulo. Quando procuramos uma bebida macia e fácil de beber, há também quem use o termo “suave” para descrever a textura mais palatável e aveludada de alguns vinhos.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a fermentação alcoólica e o açúcar residual?</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">A vinificação nada mais é do que a transformação do suco das uvas em vinho. Esse processo milenar, apesar de ter sofrido algumas mudanças durante o tempo, consiste, de forma resumida, na colheita, separação e prensagem das uvas; processos seguidos da fermentação, do amadurecimento e, por fim, do engarrafamento do líquido — que ainda pode envelhecer por mais tempo em garrafa.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">É na fermentação que o açúcar da uva se transforma em álcool. Esse processo ocorre graças às leveduras (presentes na casca das uvas ou adicionadas ao líquido) que se alimentam de glicose e liberam álcool e gás carbônico.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">A decisão de produzir um vinho seco ou suave, meio-seco ou doce parte diretamente do enólogo, que pode inclusive interromper o processo de fermentação alcoólica no momento em que alcançar sabores, aromas e doçura pretendidos.</span></p>



<h3 class="wp-block-heading">Existem 3 formas de interromper a fermentação dos vinhos<span style="font-weight: 400;"><br></span></h3>



<ol class="wp-block-list">
<li><span style="font-weight: 400;">Diminuir a temperatura do líquido, fazendo com que as leveduras parem de trabalhar e deixem algum açúcar residual na bebida. Esse processo é usado, por exemplo, na produção de <a href="https://www.evino.com.br/blog/moscatel-muito-mais-do-que-espumante/">espumantes moscatéis</a>;</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">A fermentação pode parar sozinha devido à concentração do próprio álcool originado no processo. Isso acontece porque as leveduras não sobrevivem em ambientes muito alcoólicos;</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">Consequentemente, se temos uvas com alto nível de açúcar — como no caso das castas cultivadas em regiões quentes, que tendem a amadurecer mais e concentrar mais dulçor —, as leveduras não conseguem transformar todo o açúcar em álcool, resultando assim, em vinhos com mais açúcar residual.&nbsp;</span></li>
</ol>



<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo disso, é interessante lembrar que para a produção de <a href="https://www.evino.com.br/blog/o-que-sao-vinhos-fortificados/"><strong>vinhos fortificados</strong></a>, como o famoso <strong><a href="https://www.evino.com.br/blog/descubra-o-vinho-do-porto-saiba-tudo-sobre-sua-historia-producao-e-harmonizacao/">Vinho do Porto</a>,</strong> o produtor adiciona mais álcool intencionalmente, para interromper a fermentação e manter o açúcar residual das uvas no produto final — o que não acontece com o vinho seco, por exemplo.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading">Chaptalização &#8211; O que é essa prática?</h4>



<p><span style="font-weight: 400;">No caso de regiões frias, que podem dificultar o amadurecimento da uva, o enólogo pode enriquecer o mosto a partir de um processo conhecido como Chaptalização. Esse é um processo legal, desenvolvido no século 18 pelo químico francês Jean-Antoine Chaptal.&nbsp;</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">A chaptalização consiste em aumentar o açúcar do mosto, sendo permitido o uso de açúcar de cana ou mesmo de beterraba. Este é um processo estritamente controlado e feito com o objetivo de se alcançar uma graduação alcoólica viável. </span><b>Sendo assim, este procedimento também pode resultar em um vinho seco, pois o açúcar adicionado foi consumido pelas leveduras.</b><span style="font-weight: 400;"> Isso é muito comum em regiões como Bordeaux, na França.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual tipo de vinho é ideal para você?</h2>



<p>E então, depois de entender mais sobre cada tipo de vinho, qual deles é ideal para você: vinho seco, meio-seco ou doce? É importante dizer que existe um mito de que o vinho seco é superior em qualidade em comparação aos outros. Mas a verdade é que não existe um estilo de vinho melhor ou pior, tudo varia de acordo com o seu gosto pessoal.</p>



<p>Há quem ame os rótulos doces sem abrir mão de um vinho seco, há quem aprecie só um estilo de vinho, há quem varie entre todos, sempre experimentando algo novo&#8230; a nossa sugestão é, sempre que possível, apostar em novas descobertas.</p>



<p><span style="font-weight: 400;">Aproveite as <strong>ofertas do nosso site</strong> para descobrir o seu estilo favorito! 😉</span></p>



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		<title>6 DICAS DE HARMONIZAÇÃO COM VINHO ROSÉ</title>
		<link>https://www.evino.com.br/blog/harmonizacao-vinho-rose/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaynan Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 10:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Harmonização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vinhos rosés vêm conquistando bastante popularidade — sua leveza, frescor e sabor frutado estão ganhando espaço nas taças brasileiras. Mas uma dúvida se mostra constante na hora de degustar esse tipo de vinho: o que combina com vinho rosé?  Há quem acredite que vinho rosé só pode ser degustado no verão e harmonizado com saladas e pratos leves, o que não é verdade!  Assim como os tintos, existem vinhos rosés mais leves e frescos, e também os mais encorpados, o que o torna um tipo bastante versátil. E como no Brasil temos um inverno mais ameno, uma bela taça...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos rosés vêm conquistando bastante popularidade </span><span style="font-weight: 400;">— </span><span style="font-weight: 400;">sua leveza, frescor e sabor frutado estão ganhando espaço nas taças brasileiras. Mas uma dúvida se mostra constante na hora de degustar esse tipo de vinho: o que combina com vinho rosé? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quem acredite que vinho rosé só pode ser degustado no verão e harmonizado com saladas e pratos leves, o que não é verdade! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como os tintos, existem vinhos rosés mais leves e frescos, e também os mais encorpados, o que o torna um tipo bastante versátil. E como no Brasil temos um inverno mais ameno, uma bela taça de vinho rosé mais encorpado nos dias frios cai muito bem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para introduzir o assunto, nossa sommelière Jessica Marinzeck te conta tudo sobre o vinho rosé, confira:</span></p>
<p><iframe title="VINHO ROSÉ: COM O QUE HARMONIZA E COMO É PRODUZIDA A BEBIDA DO VERÃO" width="720" height="405" src="https://www.youtube.com/embed/q6gI2fd28Os?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe mais sobre o vinho rosé e sua produção, vamos te mostrar que esse tipo de vinho combina com uma grande variedade de pratos e climas.</span></p>
<h2><b>COMO É FEITO O VINHO ROSÉ?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos rosés são produzidos com uvas tintas e adquirem sua cor rosada quando o mosto (suco da uva) entra em contato com as cascas, adquirindo assim, um tom rosado. Quanto mais tempo em contato com as cascas das uvas, mais forte a pigmentação do líquido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem 4 formas de se produzir um vinho rosé: </span></p>
<p><b>Prensagem rápida:</b><span style="font-weight: 400;"> que consiste na rápida passagem do mosto pelas cascas das uvas, resultando em vinhos mais claros</span></p>
<p><b>Maceração curta:</b><span style="font-weight: 400;"> em que as cascas ficam “de molho” no mosto durante pouco tempo, o que confere ao vinho uma tonalidade mais rosada. </span></p>
<p><b>Sangramento:</b><span style="font-weight: 400;"> onde o produtor segue os mesmos passos para a produção de um vinho tinto, mas no meio do processo é retirado uma parte do líquido. Esse método costuma resultar em rosés mais encorpados e potentes.</span></p>
<p><b>Método de corte:</b><span style="font-weight: 400;"> que consiste na mistura entre um vinho branco e um vinho tinto, mas essa forma de produção é menos utilizada, sendo proibida em várias regiões vitivinícolas na Europa.</span></p>
<h2><b>O QUE COMBINA COM VINHO ROSÉ?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora o momento que mais aguardávamos: as harmonizações com vinhos rosé!</span></p>
<h3><b>Vinho rosé e massa ao molho vermelho</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, vinhos rosés costumam ter uma maior acidez, por isso, o molho de tomate é uma boa pedida na hora de harmonizar. A acidez do tomate combina bastante com o frescor deste tipo de vinho. Pratos como pasta ao sugo e pizzas, como a de atum ou rúcula com tomate seco, são uma boa escolha!</span></p>
<h3><b>Rosé com carnes</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe o frango assado com batatas de domingo? Ele é uma bela combinação na hora de degustar o seu vinho rosé. O frescor do vinho faz contraste com a gordura do frango, trazendo mais equilíbrio para o prato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aves grelhadas com saladas ou, até mesmo, um strogonoff de frango são uma ótima ideia na hora de harmonizar o seu vinho rosé.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das carnes brancas, carnes vermelhas bem temperadas, como os tacos e burritos mexicanos, ou carnes com pouca gordura vão super bem com esse tipo de vinho.</span></p>
<h3><b>Frutos do mar com vinho rosé</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta união é um clássico das harmonizações e não podia ficar de fora: frutos do mar com uma tacinha de rosé!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como o vinho rosé, os frutos do mar são super versáteis, podendo dar vida a um prato mais encorpado, como camarão na moranga ou aperitivos mais leves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui vale tudo: lula à dorê, camarão empanado, paella ou, até mesmo, acarajé.</span></p>
<h3><b>Rosé e peixes</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra combinação perfeita para vinho rosé são peixes. Aposte em sushis e sashimis, salmão grelhado e até um bacalhau assado com um rosé mais potente.</span></p>
<h3><b>Tábua de frios e queijos e rosé</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Azeitona, queijo mussarela, presunto parma, amendoim, castanhas e queijo branco para um jantar com os amigos. Mas falta alguma coisa: o vinho! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma noite de petiscos, aposte em um vinho rosé levinho, que além de ser fácil de harmonizar, vai limpar o sabores dos petiscos mais gordurosos, como o queijo, e vai complementar a acidez de aperitivos como a azeitona.</span></p>
<h3><b>Frituras com vinhos rosé</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma harmonização por contraste. Como falamos antes, o delicioso frescor dos rosés limpa o paladar e traz equilíbrio para pratos com mais gordura, como é o caso das frituras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A clássica batata frita, queijos empanados e arancinis (um bolinho feito com risoto) são uma ótima pedida para degustar enquanto divide uma garrafa de rosé com os amigos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, gostou das nossas dicas? Aproveite o cupom DICASBLOG para ter 10% de desconto na sua primeira compra no app da <a href="https://www.evino.com.br/blog/">Evino</a>, garantir seu vinho rosé com e testar essas harmonizações deliciosas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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		<title>Vinhos finos e vinhos de mesa: aprenda a diferença entre eles</title>
		<link>https://www.evino.com.br/blog/vinhos-finos-e-vinhos-de-mesa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Evino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 14:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Vinho]]></category>
		<category><![CDATA[aprenda mais]]></category>
		<category><![CDATA[pra contar no jantar]]></category>
		<category><![CDATA[pra fazer a fina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinhos finos e vinhos de mesa: chegou a hora de aprender de vez a diferença entre eles. Você já deve ter encontrado por aí as indicações &#8216;Vinho de mesa&#8217;, ou &#8216;Vinho fino&#8217; nos rótulos das garrafas. E hoje a gente veio para falar desse assunto #SemSegredos. Continua aqui e mergulhe de cabeça nesse tema.  Vinho tinto de Mesa Fino As uvas utilizadas para a produção de vinhos chamados finos são as da espécie ‘Vitis vinífera’. Por exemplo: Merlot, Malbec e as outras que costumamos ver nos rótulos.  Você já parou para se perguntar porque nunca encontramos Syrah ou Chardonnay na...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Vinhos finos e vinhos de mesa: chegou a hora de aprender de vez a <strong>diferença</strong> entre eles. Você já deve ter encontrado por aí as indicações &#8216;Vinho de mesa&#8217;, ou &#8216;Vinho fino&#8217; nos rótulos das garrafas. E hoje a gente veio para falar desse assunto #SemSegredos. Continua aqui e mergulhe de cabeça nesse tema. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vinho tinto de Mesa Fino</span></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1208 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/05/vinho-fino.png" alt="vinho tinto fino" width="283" height="351" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As uvas utilizadas para a produção de vinhos chamados<strong> finos</strong> são as da espécie</span><b> ‘Vitis vinífera’</b><span style="font-weight: 400;">. Por exemplo: Merlot, <a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-malbec/">Malbec</a> e as outras que costumamos ver nos rótulos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já </span><span style="font-weight: 400;">parou para se perguntar porque nunca encontramos Syrah ou Chardonnay na feira ou na seção de frutas do supermercado? Acontece que </span>a <strong style="font-weight: 400;">Vitis </strong><b>vinífera</b> é bastante seca, amarga e desagradável quando degustada in natura. Já para a produção de vinhos, a combinação é perfeita.</p>
<ul>
<li>Dica: <a href="https://www.evino.com.br/blog/como-ler-rotulos-de-vinhos/">como ler rótulos de vinhos.</a></li>
</ul>
<p>Uma curiosidade interessante: na Evino só trabalhamos com esse tipo de vinho, os finos. Se quiser dar uma olhada nas opções,<a href="https://www.evino.com.br/?utm_source=Post&amp;utm_medium=Blog&amp;utm_campaign=20190705_ComoLerRotulo&amp;utm_content=Home_Site" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> clique aqui. </a></p>
<p><figure id="attachment_1211" aria-describedby="caption-attachment-1211" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1211 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/05/uva-vinifera-1024x605.jpg" alt="vinho tinto de mesa fino" width="748" height="443" /><figcaption id="caption-attachment-1211" class="wp-caption-text"><em>&#8220;Uva vinífera.&#8221;</em></figcaption></figure></p>
<p>A uvas da Vitis Vinfera são pequeninas, com pouca polpa e muita casca. Além disso, são doces e com MUITO tanino, que vem da casca. A sensação é forte e gruda na boca por um bom tempo.</p>
<h2>Vinho tinto de Mesa</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas também existem uvas de uma espécie diferente: a <strong>‘Vitis labrusca’,</strong> (essa que está aqui embaixo), responsável pela produção principalmente dos vinhos suaves. Qualquer bebida produzida a partir dela é classificada como &#8216;Vinho de Mesa&#8217;.</span></p>
<p><figure id="attachment_1209" aria-describedby="caption-attachment-1209" style="width: 636px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1209  lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2019/05/istock-477685437-1024x683.jpg" alt="uva de mesa" width="636" height="424" /><figcaption id="caption-attachment-1209" class="wp-caption-text"><em>&#8220;Vitis Labrusca&#8221;</em></figcaption></figure></p>
<p>A Vitis labrusca, ao contrário da vinífera possui <strong style="font-weight: 400;">alto teor</strong> de açúcar, o que faz dela uma fruta deliciosa para o dia a dia. <span style="font-weight: 400;">Já para a vinificação, é outra história. Os vinhos que levam essas uvas têm características mais simples, a graduação alcoólica normalmente é menor, e o sabor pode ser doce demais. </span>Elas são maiores, sem sementes, com polpa espessa e pele mais fina.</p>
<p>Os vinhos finos e vinhos de mesa são bastante diferentes entre si. Isso se deve a uva que é utilizada durante a preparação. E você, já encontrou seu favorito? Conta aqui pra gente nos comentários qual é e porquê. 😉</p>
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