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	<title>Arquivos região - Evino</title>
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	<description>Blog evino</description>
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		<title>Vale do Rhône: guia sobre as regiões e seu produtores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Evino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 17:08:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Vale do Rhône é considerado o elo entre o clima continental e o mediterrâneo, entre as famosas regiões de Borgonha e Provence. Junto com a especificidade do clima, temos também a junção de diferentes solos. Esse conjunto permite que os produtores juntem tradição e originalidade, obtendo vinhos notáveis.&#160; NORTE E SUL DO RHÔNE: QUAIS AS DIFERENÇAS O Rhône está situado no sudeste da França. A região começa logo depois de Beaujolais, um pouco abaixo da famosa Lyon, um grande centro gastronômico do país, e os vinhedos estão situados entre os paralelos 44 e 45 norte. A produção aqui é...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Vale do Rhône é considerado o elo entre o clima continental e o mediterrâneo, entre as famosas regiões de Borgonha e Provence. Junto com a especificidade do clima, temos também a junção de diferentes solos. Esse conjunto permite que os produtores juntem tradição e originalidade, obtendo vinhos notáveis.&nbsp;</span></p>
<h2><strong>NORTE E SUL DO RHÔNE: QUAIS AS DIFERENÇAS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Rhône está situado no sudeste da França. A região começa logo depois de Beaujolais, um pouco abaixo da famosa Lyon, um grande centro gastronômico do país, e os vinhedos estão situados entre os paralelos 44 e 45 norte. A produção aqui é majoritariamente de vinhos tintos, que representam 86% do total.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A região tem esse nome pois é literalmente um vale em torno do rio Rhône, que nasce das águas do glaciário derretido no alto dos Alpes Suíços e corre em direção ao Mar Mediterrâneo. O rio desce 1.800m em uma extensão de 813 km e tem um efeito moderador sobre a temperatura da região, ajudando a suavizar as variações térmicas e diminuindo o risco de geadas durante a primavera (já que geadas nessa época podem matar os brotos de uva).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dividimos a região do Rhône em norte e sul porque existem muitas diferenças entre elas. O norte é mais estreito e com encostas bem íngremes que vão suavizando e alargando até chegar na parte sul do Vale. Além disso, há diferenças no clima, no solo e nas variedades de uvas &#8211; consequentemente, os es</span><span style="font-weight: 400;">tilos de vinhos que cada um produz também é diferente.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-3046 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/wine-folly-mapa-rhone-194x300.png" alt="" width="546" height="844"></p>
<p><em><strong>Fonte: Wine Folly</strong></em></p>
<h3><strong>O RHÔNE NORTE</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São cerca de 3.240 hectares de vinhedos, sendo que a maioria dos vinhos do Norte provém de denominações classificadas como Cru. Apenas 5% da produção de todo o Rhône sai daqui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui o clima é mais continental, com temperaturas notavelmente mais baixas do que o sul. Isso em época de brotação resulta em rendimentos mais baixos, ou seja, o produtor tem menos uvas por videiras. Também por conta disso, as uvas possuem menos tempo para amadurecer. Assim, castas de maturação mais precoce se dão melhor no norte.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os produtores precisam lidar com um vento muito frio chamado mistral, que sopra com força e vai criando ainda mais velocidade conforme desce o vale e pode danificar as videiras, que precisam ser suportadas por 2 ou 3 estacas conhecidas como </span><i><span style="font-weight: 400;">‘échalas’</span></i><span style="font-weight: 400;">.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No norte, o solo é composto majoritariamente por mica e xisto, com subsolo de granito e os vinhedos são plantados em encostas bem inclinadas e próximas ao rio. Essa inclinação dificulta o cultivo e a colheita, processos que acabam tendo que ser manuais. Esses fatores agregam valor e contribuem para um aumento de preço dos vinhos da região.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3045 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/encosta-rhone-300x200.jpg" alt="" width="529" height="352"></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas essas condições tornam o norte ideal para o cultivo da casta Syrah, a única variedade tinta autorizada no norte do Rhône. No caso das uvas brancas, temos 3 variedades autorizadas: Viognier, Marsanne e Roussanne. Em algumas denominações essas uvas podem ser utilizadas para elaborar vinhos brancos e, em outras, é permitida a adição de uma pequena porcentagem de Viognier no vinho tinto como forma de aportar aromas e auxiliar na fixação de cor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos tintos da região são secos e bastante tânicos. Tendem a ter cor profunda e apresentar aromas que lembram frutas negras, pimenta preta e flores como violetas. Normalmente são vinhos feitos para envelhecer, e com o passar do tempo adquirem aromas de caça e couro. A maioria dos vinhos brancos da região são feitos no estilo seco também.</span></p>
<p><b>CURIOSIDADE: uvas brancas podem ajudar a estabilizar a extração de cor das uvas tintas. Você sabe de onde vem a cor dos vinhos tintos? Os pigmentos que geram as cores vermelho, azul e preto são da família dos compostos fenólicos, conhecido por antocianinas, da mesma família que os taninos. Acontece que esses pigmentos podem mudar de coloração de acordo com o pH da solução em que se encontram. No pH do vinho (3,4), apenas 10% das antocianinas existem em um estado que expressa a cor vermelha.</b></p>
<p><b>A copigmentação descreve uma interação entre uma antocianina e um substrato incolor que realça os tons de vermelho-azulado dos vinhos tintos jovens. Acredita-se que algumas variedades de uvas brancas contêm concentrações mais altas de substratos não coloridos, e por isso, acredita-se que ao misturar cerca de 10-15% de uma variedade de uva branca a uma fermentação de vinho tinto aumenta o potencial para a formação de copigmentação. Isso é muito comum no norte do Rhône!</b></p>
<h3><strong>O RHÔNE SUL</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O sul começa na cidade de Montélimar e vai até Nîmes. Nessa parte, o Vale começa a&nbsp; alargar e o terreno fica bem mais plano quando comparado ao norte. Os vinhedos começam a se estender para longe do rio também, até cerca de 80km.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O clima na parte sul é Mediterrâneo, o que significa um clima mais árido, com verões mais quentes e sem a presença de chuvas, fazendo com que uvas mais resistentes à seca se adaptem melhor nessa parte da região; já as noites mais frias ajudam a preservar a acidez das uvas.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do terreno mais plano, há alguns picos e cadeias de montanha, cujo ar quem vem do topo beneficia os vinhedos plantados nas bases. Aqui temos 5 principais tipos de solo: pedregoso (conhecidos como galets), argila, calcário, arenito vermelho e loess (um conglomerado de rochas sedimentares).&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As videiras costumam ser plantadas sem nenhuma forma de sustentação e são podadas para ficarem baixinhas, próximas ao chão. Isso as ajuda a resistir à força dos ventos Mistral. Essas videiras também precisam que a colheita seja manual, já que a pouca distância do chão não permite o uso de máquinas. Outro fator é que as videiras são mais espaçadas para que não haja competição por água entre as raízes de cada videira.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3047 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/soil-type-north-rhone-300x225.jpg" alt="" width="543" height="407"></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui encontramos cerca de 30 variedades de uvas, entre essas destacamos as tintas Grenache Noir, Syrah, Mourvèdre, Carignan, Cinsault; e as brancas Grenache Blanc, Clairette, Viognier, Marsanne, Roussanne, Ugni Blanc, Rolle e outras. Em geral, os vinhos do sul são feitos com mais de uma variedade, são mais encorpados, mais alcoólicos e mais potentes que os do norte.&nbsp;</span></p>
<h2><strong>AS PRINCIPAIS DENOMINAÇÕES DE ORIGEM DO RHÔNE E SEUS VINHOS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria dos vinhos produzidos no Vale do Rhône são feitos sob a denominação regional de Côtes du Rhône, que abrange tanto as sub-regiões do Norte como do Sul, entretanto, praticamente todo o vinho com essa classificação provém da parte Sul. Isso se deve ao fato de que a maioria dos vinhedos do Norte encontram-se em localizações de prestígio que podem ser denominadas como Crus (um nível de produção com regras mais rígidas). Os rótulos Côtes du Rhône podem ser feitos como tinto, branco ou rosé; também podem ser varietais ou corte entre uvas.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro de Côtes du Rhône temos alguns </span><i><span style="font-weight: 400;">villages</span></i><span style="font-weight: 400;">, que são sub-regiões ainda menores. Para poder colocar o nome do Village no rótulo, 100% das uvas devem ser originárias dessa parcela específica. Atualmente, apenas 20 vilarejos são autorizados a colocar o nome no rótulo. Para além disso, há que se seguir regras de produção mais rígidas e vinhedos com menores rendimentos. Os villages também podem ser tintos, brancos ou rosés; mas, por lei, os vinhos devem ser elaborados a partir de uma mistura de pelo menos 2 uvas, sendo a Grenache a principal tinta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No topo da hierarquia, com regras muito mais restritas no que diz respeito a plantio e vinificação, estão as denominações classificadas como Cru. No Rhône, temos ao todo 17 denominações nesta categoria, sendo que 8 estão na parte Norte e 9 na parte Sul. Começando lá de cima, temos:</span></p>
<h3><strong>CRUS DO NORTE</strong></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Côte-Rotie: </b><span style="font-weight: 400;">o nome desse Cru quer dizer literalmente “encosta assada”, uma referência à grande quantidade de sol que a encosta recebe. Aqui só se produzem vinhos tintos feitos com a Syrah, mas é permitida a adição de até 20% da casta branca Viognier. Os vinhos costumam apresentar notas de frutas negras, especiarias como pimenta, e violetas.&nbsp; Importante ressaltar que não são produzidos vinhos brancos aqui.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><b><b>Condrieu: <span style="font-weight: 400;">essa denominação é exclusivamente de vinhos brancos e a única casta permitida é a Viognier. Em geral, são vinhos secos, encorpados, com acidez moderada e aromas intensos de frutas tropicais, amêndoas, flores e mel.</span></b></b></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Château-Grillet</strong>, <span style="font-weight: 400;">na verdade, é uma propriedade dentro de Condrieu que possui sua própria denominação. Ela conta com 3,5 hectares e os vinhos são feitos seguindo as mesmas regras de Condrieu.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Saint-Joseph:</strong><span style="font-weight: 400;"> aqui é permitida a produção tanto de tintos com a uva Syrah, como de vinhos brancos, geralmente feitos com as uvas Marsanne e Roussanne. Os tintos representam 90% da produção. Neles, podem aparecer aromas e sabores de groselha, violetas e notas grafite.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Crozes-Hermitage</strong> <span style="font-weight: 400;">é a maior denominação do Norte em termos de volume. Os vinhedos encontram-se ao redor da montanha de Hermitage, com solos variados. Lá, até 15% de Marsanne e Roussanne pode ser adicionado ao vinhos tintos, que representam a maior parte da produção, e costumam ter notas de frutas negras, chocolate, café e folhas escuras. Os brancos, em geral, têm notas de flores e frutas silvestres.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Hermitage:</strong> <span style="font-weight: 400;">encosta íngreme dentro de Crozes-Hermitage. Aqui também é permitido adicionar até 15% de Marsanne e Roussanne nos tintos, apesar de ser uma prática rara. Essas castas são mais usadas para produção de vinhos brancos mesmo. Tanto os tintos quanto os brancos feitos aqui são rótulos bem estruturados e com grande potencial de envelhecimento.</span></li>
<li><strong>Cornas:</strong> <span style="font-weight: 400;">produz apenas vinhos tintos feitos 100% com a uva Syrah. Os vinhedos estão em encostas bem íngremes, com boa exposição solar. Os rótulos produzidos em Cornas apresentam de muito corpo e estrutura, além de aromas de frutas pretas, café, fumo e um toque de carne.</span></li>
<li><strong>Saint-Péray:</strong> <span style="font-weight: 400;">este Cru produz apenas vinhos brancos, que podem ser tranquilos ou espumantes, elaborados com as uvas Marsanne e Roussanne. Os espumantes são produzidos aqui desde 1825.</span></li>
</ul>
<h3><strong>CRUS DO SUL</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b><b>Châteauneuf-du-Pape: <span style="font-weight: 400;">um dos nomes mais reconhecidos do Rhône e também o maior de todos os Crus da região, é um terroir emblemático com solos de pedras calcárias (os galets). Lá, são autorizadas oficialmente 13 castas diferentes entre tintas e brancas, sendo </span><span style="font-weight: 400;">Grenache, Syrah, Mourvédre, Clairette, Cinsault, Roussanne e Bourboulenc as principais</span><span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;">Os vinhos são bem encorpados e carnudos, famosos pela estrutura e pelos taninos maduros. Também podem ser produzidos na versão branca, na qual costumam apresentar notas de maçã verde e flores, paladar igualmente encorpado e acidez moderada.</span></b></b></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Gigondas:</strong> <span style="font-weight: 400;">a temperatura aqui é bem quente, mas as massas de ar frio ajudam a preservar acidez dos vinhos. A maior parte da produção é de tintos feitos pelo corte famoso GSM (Grenache, Syrah, Mouvèdre), enquanto os rosés são feitos na maior parte com Grenache. Não há produção de vinhos brancos aqui.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Vacqueyras:</strong><span style="font-weight: 400;"> aqui encontramos vinhos tinto, branco e rosé. Os tintos também são feitos pelo corte GSM, porém, podem ser mais carnudos e encorpados. Os brancos costumam ser feitos com Clairette, Grenache Blanc e algumas outras, e os rosés são feitos em sua maioria com Grenache, Mourvèdre e Cinsault. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Beaumes-de-Venise:</strong> <span style="font-weight: 400;">nesta denominação temos os Vin Doux Naturels (Vinhos Doces Naturais&nbsp; &#8211; VDN), entre eles, o famoso Muscat de Beaumes-de-Venise, feito com a Muscat à Petit Grains. São vinhos com aromas de flores, lichia e mel. Aqui também temos vinhos tinto secos, elaborados com Grenache e Syrah.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Lirac:</strong> <span style="font-weight: 400;">as condições climáticas fazem com que o rendimento das videiras seja baixo, aumentando a qualidade dos vinhos. Os vinhos brancos, feitos principalmente com a Clairette, são bem macios e de corpo médio, com aromas de limão, erva-doce e maçã. Os rosés são feitos nos dois estilos (mais claro &#8211; prensagem direta; mais escuro &#8211; com maceração das cascas), com as uvas Grenache, Cinsault, Syrah e Mourvèdre; os tintos utilizam as mesmas uvas que os rosés.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Tavel:</strong> <span style="font-weight: 400;">a denominação mais famosa de vinhos rosés, e produz apenas rótulos nesse estilo. Embora a Grenache seja a principal uva, é permitido o uso de outras 9 variedades. Os vinhos são feitos pelo método saignée, em que há maceração das cascas. O resultado são vinhos com boa concentração e estrutura. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Vinsobres:</strong><span style="font-weight: 400;"> produz apenas vinho tinto feitos com pelo menos 50% de Grenache. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Rasteau:</strong> <span style="font-weight: 400;">aqui é possível encontrar Vinhos Doces Naturais (VDN) brancos, tintos e rosés. Também encontramos tintos secos, e o corte predominante é o GSM. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Cairanne:</strong> <span style="font-weight: 400;">o Cru mais recente do Rhône. Produz tintos e rosés, com maior porcentagem de Grenache Noir. Os vinhos brancos são feitos em maior parte com a Grenache Blanc e costumam ter um toque herbal no nariz.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>PRODUTORES RENOMADOS DO RHÔNE</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma região como essa as possibilidades são inúmeras. Produtores de alto nível conseguem explorar o melhor de cada uma dessas regiões e criar vinhos inigualáveis.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há grandes nomes no Rhône, entre eles o conceituado </span><b>M. Chapoutier</b><span style="font-weight: 400;">, existente desde 1808 em Hermitage. Apesar da enorme tradição, foi quando o bisneto do fundador e visionário enólogo Michel Chapoutier se tornou responsável pela produção dos vinhos que a vinícola alcançou grande fama e prestígio internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Michel queria extrair a expressão pura da região e das variedades de uvas ali encontradas. Para isso, decidiu trabalhar com as chamadas “sélection parcellaires”, fazendo vinhos particulares, de acordo com as características das diferentes parcelas de terra. Além disso, Michel também optou por um cultivo mais natural das uvas, adotando práticas agrícolas orgânicas e biodinâmicas e investindo na dica dada pelo renomado crítico Robert Parker em uma visita à vinícola quando Michel ainda tinha apenas 27 anos&nbsp; O crítico acreditava que o cultivo sustentável pudesse ser um diferencial da M. Chapoutier no mercado.&nbsp;</span></p>
<p><strong>O trabalho desse enólogo inovador, admirado desde cedo por Parker, acaba de chegar na Evino.</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspirado pela filosofia dos vinhos de terroir, Michel originou alguns dos rótulos que levaram o&nbsp; seu nome e o nome do Rhône a ganhar reconhecimento no mundo inteiro. Entre eles, um <a href="https://www.evino.com.br/product/chapoutier-chateauneuf-du-pape-192011.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Châteauneuf-du-Pape</a> tradicional e um <a href="https://www.evino.com.br/product/chapoutier-crozes-hermitage-blanc-191891.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Crozes-Hermitage 100% Marsanne.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3055 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/1000002442-standing-front-saint-joseph-80x300.png" alt="" width="80" height="300"> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3053 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/mchapoutier-crozes-hermitage-2018-79x300.png" alt="" width="79" height="300"></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro grande nome do Vale do Rhône é </span><b>Xavier Vignon</b><span style="font-weight: 400;">. O enólogo, famoso pelo seu perfil singular preza muito pelo valor do trabalho bem feito. Em 1996, começou sua carreira de enólogo consultor. Com reputação de consultor ousado e de técnicas inovadoras, que funcionam muito bem, atraiu cada vez mais clientes para sua porta e foi incentivado pelos mais próximos a produzir seus próprios vinhos, que hoje também são adorados pelo crítico Robert Parker.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Encantado com o Vale do Rhône e sua multiplicidade de terroirs, Xavier resolveu fazer seus vinhos ali, onde teria a liberdade de criar: poderia explorar vinhos com diferentes exposições solares, solos distintos e trabalhar com um bom número de castas para elaborar vinhos espetaculares. Um grande vinho é o </span><a href="https://www.evino.com.br/product/xavier-vignon-arcane-vi-les-amoureux-c--tes-du-rh--ne-aop-2016-138601.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Xavier Vignon Arcane VI Les Amoureux Côtes du Rhône AOP 2016.</b></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3056 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/xavier-vignon-les-amoureux-87x300.png" alt="" width="87" height="300"></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O rótulo Les Amoureux traz pela primeira vez a junção de 5 Crus diferentes: com uvas cultivadas em Lirac, Gigondas, Beaumes de Venise, Vacqueyras e Rasteau, essa assemblagem é composta de 80% de Grenache, 20% de Mourvèdre, Cinsault e Caladoc. O vinho apresenta notas de morango, framboesa, mirtilo e ameixas; também é possível sentir especiarias como pimenta preta e ervas. Na boca é potente, com taninos bem estruturados, sem deixar de ser macio e sedoso.&nbsp;</span></p>
<p><b>Conheça também os vinhos da linha <a href="https://www.evino.com.br/product/lirac-2016-signature-range-189661.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Signature: Xavier Vignon Signature Range Lirac 2016&nbsp;</a></b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3054 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/xavier-vignon-signatures-lirac-85x300.png" alt="" width="85" height="300"></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este Cru está bem de frente para esta denominação está Châteauneuf-du-Pape. Por isso, Lirac é famosa pela produção de tintos no estilo de seu vizinho, afinal, as duas denominações ficam muito próximas. Nesta denominação o clima e o solo contribuem para que as vieiras gerem frutas de qualidade superior. As duas variedades foram co-fermentadas, para gerar maior complexidade, a temperaturas moderadas, visando favorecer a difusão aromática. Envelhecimento de 30% em barricas por 12 meses, o restante estagiou em cubas de concreto para preservar a pureza da fruta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você quer conhecer os vinhos direto da famosa denominação de Châteauneuf-du-Pape, sugerimos dois grandes vinhos: <a href="https://www.evino.com.br/product/domaine-le-mourre-chateauneuf-du-pape-2016-108151.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Domaine Le Mourre Chateauneuf Du Pape 2016</a>, elaborado pela Celliers des Princes, produtores de Châteauneuf-du-Pape desde 1925 e o <a href="https://www.evino.com.br/product/chateauneuf-du-pape-domaine-pere-papite-2017-174651.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Domaine du Père Papité Châteauneuf-du-Pape AOC 2017,</a> elaborado pela Castel, um dos maiores produtores de vinho da França. Com vinhedos em diversas regiões, a produtora sempre trabalha com o máximo respeito pelo terroir e pela paisagem vitícola francesa em geral. Cada uma de suas propriedades compartilha de um compromisso duradouro com a produção de vinho sustentável, desenvolvendo métodos de trabalho levando em consideração as pessoas e o meio ambiente.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3051 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/le-mourre-chateauneuf-du-pape-80x300.png" alt="" width="80" height="300"> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3057 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/chateauneuf-du-pape-pere-papite-80x300.png" alt="" width="80" height="300"></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Domaine Le Mourre apresenta cor vermelho-rubi, com notas de frutas vermelhas frescas e especiarias; na boca tem taninos sedosos, é redondo, potente e elegante e com final longo. Já o Domaine Le Père é tem coloração rubi mais intenso, com aromas de frutas vermelhas e pretas maduras, cacau e especiarias.</span></p>
<h2><strong>HISTÓRIAS DO RHÔNE</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As vinhas estão presentes nessa região há milhares de anos, desde as tribos célticas. Entretanto, foi por volta de 600 a.C., com a instalação dos gregos, que começou-se a viticultura formal. O rio Rhône era então utilizado para transportar mercadorias, entre essas alguns barril de vinho.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os romanos chegaram por volta do ano 12 a.C., e então começaram a desenvolver&nbsp; os vinhos para o interior e norte do Vale. Os romanos foram responsáveis pelas escavações de terraços em diversas encostas do Norte, como Côte-Rotie e Saint-Joseph, permitindo o plantio das vinhas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A região continuou produzindo vinhos mesmo com a queda do império, porém, a fama só viria séculos mais tarde. Tudo começou no século 14, quando o palácio do Papa passou a ficar na cidade de Avignon, na parte Sul do Vale; foram 7 Papas franceses no comando da Igreja neste século.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3044 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/11/castelo-dos-papas-avigon-300x226.jpg" alt="" width="539" height="406"></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o centro da Igreja estava no Rhône, os Papas incentivaram a produção de vinhos locais, em especial os vinhos do vilarejo mais próximo do castelo que estava a cerca de 20km de distância. Foi nesse vilarejo que o Papa João&nbsp; XXII resolveu construir uma residência de verão, propriedade que ficou conhecida como Châteauneuf-du-Pape (em português, o Castelo novo do Papa). Mais tarde, esse se tornaria o nome do próprio vilarejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais alguns séculos para frente, em 1924, foi o Barão Pierre Le Roy &#8211; proprietário de vinhedos na região e advogado &#8211; que buscou proteger a região desses vinhos e em 1935 ajudou a criar o primeiro sistema de Appellation d&#8217;Origine Contrôlée (Apelação de Origem Controlada &#8211; AOC). Foi Barão Le Roy também que, juntamente com outros sindicatos, fundou o Institut National des Appellations d’Origine (INAO).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe tudo sobre os vinhos do Rhône, chegou a hora de degustá-los.&nbsp; Confira as opções disponíveis no nosso site e aproveite o cupom <strong>DICASBLOG</strong> para garantir 10% de desconto na sua primeira compra!</span></p>
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		<title>Vinhos chilenos: saiba tudo sobre a bebida no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 20:52:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os vinhos chilenos são considerados grandes joias do Novo Mundo atualmente, e isso acontece tanto pela variedade de rótulos e sabores, quanto pela qualidade das bebidas, que são beneficiadas desde o plantio até o momento da colheita das uvas por uma condição climática única. Estamos falando de um dos maiores exportadores de vinho da América Latina, país que a cada ano se especializa mais no ramo da vitivinicultura, mas que enfrentou inúmeros desafios até conquistar esse posto.  Quer entender melhor sobre a história do vinho chileno, a geografia do país e as principais uvas cultivadas neste solo latino-americano? Nós te ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>vinhos chilenos</b><span style="font-weight: 400;"> são considerados grandes joias do </span><b>Novo Mundo</b><span style="font-weight: 400;"> atualmente, e isso acontece tanto pela variedade de rótulos e sabores, quanto pela qualidade das bebidas, que são beneficiadas desde o plantio até o momento da colheita das uvas por uma condição climática única.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos falando de </span><b>um dos maiores exportadores de vinho da América Latina</b><span style="font-weight: 400;">, país que a cada ano se especializa mais no ramo da vitivinicultura, mas que enfrentou inúmeros desafios até conquistar esse posto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer entender melhor sobre a história do vinho chileno, a geografia do país e as principais uvas cultivadas neste solo latino-americano? Nós te  contamos tudo em detalhes neste artigo. Prepare sua taça de vinho e boa leitura! </span></p>
<h2><strong>A HISTÓRIA DOS VINHOS CHILENOS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para entender melhor como o vinho entrou de vez para a história, para a cultura e para a economia do Chile, é preciso ter em mente, em primeiro lugar, que o país foi diretamente influenciado pelos períodos históricos em que viveu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, como tudo começou de fato? A indústria vinícola chilena decolou após a independência do país, que aconteceu em 1818, porém, as primeiras sementes de uva desembarcaram no Chile junto com os espanhóis em meados do </span><b>século XVI</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Historiadores apontam que a uva </span><b>País </b><span style="font-weight: 400;">foi uma das primeiras a serem trazidas da Europa até para o Chile, e que desde 1548 a produção de vinhos já havia se iniciado pelo colonizador Francisco de Aguirre, na região norte do país. Na capital Santiago, o responsável pela introdução das vinhas foi o espanhol Diego Garcia de Cáceres, que também protagonizou o processo de colonização do Chile.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta época, o vinho era muito utilizado em rituais religiosos, tanto aqui na América Latina como em outros  lugares do mundo. Além disso, País foi, por muitos anos, uma das cepas consideradas a rainha do Chile, até que por volta do ano de </span><b>1850 </b><span style="font-weight: 400;">as </span><b>uvas francesas, originárias de Bordeaux</b><span style="font-weight: 400;">, também chegaram ao país e aos poucos mudaram este cenário &#8211; não se preocupe, pois falaremos em detalhes quais são essas uvas em breve!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir do </span><b>século XIX</b><span style="font-weight: 400;">, grandes mudanças ocorreram: </span><b>a independência da nação chilena em relação à Espanha</b><span style="font-weight: 400;"> consequentemente colaborou para uma abertura ao </span><b>mercado externo</b><span style="font-weight: 400;">, a aquisição de </span><b>novas tecnologias</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>modernização dos vinhedos</b><span style="font-weight: 400;">. Como resultado, o país se afastou significativamente do modelo europeu de produção e foi  adquirindo personalidade e identidade própria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegamos ao ano de</span><b> 1900</b><span style="font-weight: 400;">, no qual os vinhos chilenos estavam cada vez mais consolidados e reconhecidos mundo afora. Porém, outro fator histórico abalaria fortemente esse cenário: a </span><b>Segunda Guerra Mundia</b><span style="font-weight: 400;">l, que ocorreu entre os anos de </span><b>1939 e 1945</b><span style="font-weight: 400;">, trazendo grandes prejuízos para a produção, que entrou em recesso por anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as décadas de </span><b>1970 e 1980</b><span style="font-weight: 400;"> a situação ficou ainda pior, devido às tensões políticas vividas por conta da </span><b>ditadura civil e militar</b><span style="font-weight: 400;">. A consequência desses fatores foi uma queda brusca tanto na produção quanto no consumo da bebida, que inclusive resultou </span><b>no extermínio de inúmeras videiras</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como citamos no início, foram muitos os desafios enfrentados pelo país até que ele finalmente pudesse atingir o seu apogeu, mas quando chegou, esse momento definitivamente mudou os rumos dessa história &#8211; e para melhor! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o passar do tempo, felizmente, o vinho chileno se reergueu. Entre as </span><b>décadas de 80 e 90 que</b><span style="font-weight: 400;"> o país passou a investir ainda mais na qualidade da produção dos vinhos chilenos, iniciando uma jornada, que o levaria a se tornar </span><b>um dos maiores exportadores do mundo, conquistando admiração a nível internacional</b><span style="font-weight: 400;">, inclusive por parte de especialistas do ramo. Outro grande marco histórico foi a </span><b>regulamentação da vinícola do Chile, que aconteceu em 1995.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Crescendo a todo vapor na década de 1990, a economia chilena se deparava com um governo que estava voltando à democracia, o que abriu brecha para novas oportunidades de exportação da bebida para a </span><b>Europa e os Estados Unidos</b><span style="font-weight: 400;">. Eis o início de uma nova era: os vinhos produzidos conquistaram cada vez mais entusiastas mundo afora, devido ao grande potencial, qualidade e ótimo custo-benefício, o que também resultou em relações comerciais com outros países. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem dúvidas, algumas das razões pelas quais o mercado de vinhos chilenos se recuperou rapidamente depois de tantos conflitos, são </span><b>as centenas de anos de experiência com as vinhas</b><span style="font-weight: 400;">, adquiridas ao longo dessa história em que estamos contando. Além disso, o Chile conta com um </span><b>clima perfeito para o cultivo de uvas e uma localização geográfica privilegiada</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e é isso que você vai entender melhor a seguir. Vamos lá?</span></p>
<h2><strong>GEOGRAFIA E CLIMA</strong></h2>
<p><b>O Chile é geograficamente único!</b><span style="font-weight: 400;"> Localizado entre um deserto ao norte, geleiras ao sul, a </span><b>Cordilheira dos Andes</b><span style="font-weight: 400;"> ao leste e o </span><b>Oceano Pacífico</b><span style="font-weight: 400;"> a oeste, é um país com um dos maiores litorais do mundo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos litorais serem bem diferentes entre si, o que elas têm em comum é a presença da </span><b>corrente de Humboldt ou corrente do Peru</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e do que se trata isso? Esta é uma corrente oceânica de superfície que percorre o oceano Pacífico, e, junto das brisas marinhas, refrescam os vinhedos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a Cordilheira dos Andes também se manifesta como um regulador de temperaturas, tendo em vista que a </span><b>temperatura média do local fica entre os 14ºC, com variação de 30ºC a 35ºC pela manhã e 10ºC e 15ºC à noite.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certo, mas como a Cordilheira auxilia regulação das temperaturas? O que acontece é o seguinte: as montanhas causam uma espécie de efeito estufa no inverno e na primavera, ao passo que ajudam no resfriamento durante o verão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, as massas de ar quente se unem ao ar fresco do mar, originando nuvens e neblinas que penetram nos vales e consequentemente diminuem as temperaturas no verão. </span><b>Isso resulta em uma colheita de uvas com muito mais equilíbrio e caráter</b><span style="font-weight: 400;">, afinal,</span> <span style="font-weight: 400;">as videiras encontram boas condições na época de brotação no que diz respeito à proteção contra o frio, e, no período em que amadurecem, recebem o ar fresco que necessitam para maturar as uvas com moderação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E não acaba por aí: além de tudo isso, a Cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico, em conjunto, formam uma barreira natural contra pragas como </span><b>Phylloxera Vastatrix</b><span style="font-weight: 400;"> (Filoxera) &#8211; doença que devastou inúmeras plantações aos arredores do mundo no começo do século XX, principalmente na Europa, mas que não abalou os vinhedos dessa região. Os</span><b> solos arenosos</b><span style="font-weight: 400;"> do país também contribuem muito para que essa praga não atinjam as vinhas locais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O país também conta com uma grande diversidade de climas, do mediterrâneo ao temperado, uma vez que existem grandes diferenças de relevo e altitude ao longo de seu território, de </span><b>177 km de largura e cerca de 4300 km de comprimento</b><span style="font-weight: 400;">. Esse fator influencia diretamente nos vinhos, já que a mesma uva pode gerar vinhos mais ácidos ou mais frutados, a dependerem do </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/o-que-e-terroir/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>terroir</b></a><span style="font-weight: 400;"> onde foi cultivada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe mais sobre a história e toda as condições climáticas do território chileno, que tal aprender mais sobre as principais regiões vinícolas do país? Veja só:</span></p>
<h2><strong>REGIÕES</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos, os vinhos chilenos podem variar devido ao local onde foram elaborados. Dentre as principais regiões vinícolas, temos:</span></p>
<h3><strong>REGIÃO DE COQUIMBO</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Coquimbo faz fronteira com o deserto do Atacama e é, dentre as principais regiões vinícolas do Chile, a que está mais ao norte. Aqui, encontramos três sub-divisões: </span><b>Valle del Elqui, Valle del Limarí e Valle del Choapa. </b><span style="font-weight: 400;">Os três vales têm característica sutilmente diferentes entre si, mas todos se beneficiam de um sol intenso e da perda de calor causada pelas brisas marítimas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Valle del Elqui é conhecido pelos seus rótulos de </span><b>Syrah e Sauvignon Blanc</b><span style="font-weight: 400;">, enquanto o Valle del Limarí produz alguns dos melhores </span><b>Chardonnay </b><span style="font-weight: 400;">do Chile.</span></p>
<h3><strong>REGIÃO DE ACONCAGUA</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora muito conhecida, esta é uma das menores regiões do Chile no que diz respeito à vitivinicultura. Aqui, temos as sub-regiões do </span><b>Valle del Aconcagua, Valle de Casablanca e o Valle de San Antonio</b><span style="font-weight: 400;">, sendo que as duas últimas são vizinhas e compartilham características similares entre si.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o Valle del Aconcagua é estreito e de encostas íngremes, o Valle de Casablanca e o Valle de San Antonio são muito heterogêneas e oferecem uma grande variedades de solos, além de receberem nevoeiros durante a manhã e os ventos que sopram durante a tarde, beneficiando principalmente as castas brancas como</span><b> Sauvignon Blanc</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Chardonnay</b><span style="font-weight: 400;">, especialmente no Valle de San Antonio. </span></p>
<h3><strong>REGIÃO DO VALLE CENTRAL</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A maior produtora de vinhos chilenos é a extensa região do </span><b>Valle Central</b><span style="font-weight: 400;">, que se estende para sul, desde a capital Santiago até a sub-região do Valle de Itata. É um local plano e moderadamente quente, que está dividido em quatro sub-regiões: </span><b>Valle del Maipo, Valle de Curicó, Valle del Maule e Valle del Rapel</b><span style="font-weight: 400;">, que por sua vez, se divide em duas zonas, </span><b>Valle del Cachapoal e Valle de Colchagua</b><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ufa! Grande mesmo, não é? Mas saiba que, daqui, o Valle del Maipo é o centro clássico da indústria de vinhos chilenos, já que está próxima a Santiago, capital do país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Valle Central é uma das </span><b>Denominações de Origem</b><span style="font-weight: 400;"> do país, conforme o </span><b>Decreto nº Agricultura 464, de 14 de dezembro de 1994</b><span style="font-weight: 400;">, que regulamenta e dita as normas das denominações locais.</span></p>
<h3><strong>REGIÃO DO SUL</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta região se divide em três sub-regiões: </span><b>Valle de Itata, Valle del Bío Bío e Valle de Malleco. </b><span style="font-weight: 400;">O clima nos vinhedos dessas sub-regiões se tornam notavelmente mais frescas e mais úmidas quanto mais a sul elas se encontram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses locais, as uvas que mais se destacam são: </span><b>País, Moscatel de Alexandria, Pinot Noir e Chardonnay</b><span style="font-weight: 400;">. E por falar em uvas, vamos descobrir quais são as mais cultivadas do Chile, confira:</span></p>
<h2><strong>AS UVAS TINTAS DOS VINHOS CHILENOS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As uvas tintas sempre representam a maioria das plantações do Chile, tanto que no ano de 2013, castas tintas representavam 74,1% da área total dos vinhedos chilenos, e, atualmente, este número provavelmente é ainda maior. Mas quais são as uvas que mais se destacam nesse </span><b>terroir </b><span style="font-weight: 400;">único? </span></p>
<h3><strong>CABERNET SAUVIGNON</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É praticamente impossível falar sobre vinhos sem levar em consideração uma das uvas mais plantadas no mundo, e, por isso, considerada a rainha das uvas tintas, </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-cabernet-sauvignon/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Cabernet Sauvignon</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resultado do cruzamento entre as uvas </span><b>Cabernet Franc e Sauvignon Blanc</b><span style="font-weight: 400;">, a Cabernet Sauvignon tem a sua origem registrada em Bordeaux, o que não a impediu de se adaptar muito bem ao clima chileno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é a casta mais cultivada no país, e a </span><b>“mais importante casta do Chile”, segundo a crítica de vinhos Jancis Robinson</b><span style="font-weight: 400;">. Originando desde as bebidas do dia a dia até rótulos mais complexos, sempre com um toque de fruta madura e taninos mais presentes e mais sedosos, os vinhos chilenos elaborados com esta célebre uva são excelentes para acompanhar </span><b>carnes vermelhas</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para entender melhor, só degustando &#8211; e a nossa sugestão é o típico </span><b>Aves Patagónicas</b><span style="font-weight: 400;"> e o renomado </span><b>Peñalolen</b><span style="font-weight: 400;">, assinado pelo enólogo </span><b>Jean-Pascal Lacaze</b><span style="font-weight: 400;">, que traz a proposta de elaborar um vinho chileno aos moldes do terroir francês de Saint-Émilion.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/aves-patagonicas-cabernet-sauvignon-2018-183411.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P1_1000002121" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2522 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/aves-patagonicas-cabernet-sauvignon-69x300.png" alt="Botão para comprar vinhos chilenos" width="69" height="300" /></a>    <a href="https://www.evino.com.br/product/pe--alolen-cabernet-sauvignon-2017-vivino-3-8-178811.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P2_1000001940" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2525 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/jean-pascal-penalolen-cabernet-sauvignon-78x300.png" alt="Botão para comprar vinhos chilenos" width="78" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*Sujeito a alteração de estoque.</span></p>
<h3><strong>CARMÉNÈRE</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como vimos antes, os vinhos chilenos têm uma história repleta de altos e baixo, certo? E a francesa e popular uva </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/carmenere/" target="_blank" rel="noopener"><b>Carménère </b></a><span style="font-weight: 400;">é uma das provas do desenvolvimento e avanço enológico do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acontece que durante muitas décadas a uva foi dada como extinta devido à praga filoxera, que assolou a Europa durante o começo século XX. Somente no ano de 1994 é que o mundo voltou a ouvir falar dessa casta, quando o ampelógrafo francês </span><b>Jean Michel Boursiquot, da Universidade de Montpellier</b><span style="font-weight: 400;">, identificou um suposto clone tardio de Merlot como Carménère.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, a uva vem se destacando cada vez, fazendo mais sucesso em solos latino-americanos do que em sua própria terra natal! As principais características dos vinhos chilenos desta casta é a delicadeza de seus taninos e seus aromas intensos, remetendo a cereja, mirtilos e nuances de pimentão. A nossa indicação para apreciar este ícone do Novo Mundo é o rótulo Exportacion, </span><b>da maior vinícola da América Latina, Concha y Toro</b><span style="font-weight: 400;">, e uma das versões tintas da linha </span><b>Vinchante</b><span style="font-weight: 400;">, assinada pela tradicional e familiar vinícola </span><b>Ravanal</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/concha-y-toro-exportacion-selecto-carmenere-2019-159341.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P3_1000001021" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2524 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/concha-y-toro-exportacion-selecto-carmenere-74x300.png" alt="Botão para comprar vinhos chilenos" width="74" height="300" /></a>    <a href="https://www.evino.com.br/product/vinchante-carmenere-2019-183371.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P4_1000002117" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2531 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/vinchante-carmenere-central-valley-2019-69x300.png" alt="Botão para comprar vinhos chilenos" width="69" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*Sujeito a alteração de estoque.</span></p>
<h3><strong>MERLOT</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das uvas que está na lista da francesas que se destacaram no Chile, Merlot é elencada como uma das cepas mais equilibradas, já que entregam estrutura e maciez em boca simultaneamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das regiões mais famosas pelo cultivo de </span><b>Merlot é o Valle de Colchagua, no Valle Central</b><span style="font-weight: 400;">. Para apreciar o melhor dessa fruta sem erro, a nossa sugestão é preparar um delicioso prato de </span><b>batata ao forno com mussarela e canelone de carne</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><strong>SYRAH</strong></h3>
<p><b>Syrah</b><span style="font-weight: 400;">, uva popular e conhecida como uma pérola do Ródano, na França, está plantada em diferentes lugares e origina diferentes tipos de vinhos chilenos.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As bebidas elaboradas em regiões mais frescas, como as que estão mais perto da costa ou do norte do país, têm menos corpo e possuem notas apimentadas, enquanto os vinhos provenientes de climas mais quentes, exibem um corpo mais complexo e maior intensidade de sabores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma degustação mais completa, sugerimos os rótulos da linha </span><b>Vinchante </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>Las Lagunas</b><span style="font-weight: 400;">, que trazem as versões tinta e rosé dessa célebre uva.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/vinchante-syrah-2018-183391.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P5_1000002119" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2532 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/vinchante-syrah-central-valley-2018-69x300.png" alt="" width="69" height="300" /></a>    <a href="https://www.evino.com.br/product/las-lagunas-rose-syrah-2019-164801.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P6_1000001288" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2526 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/las-lagunas-rose-syrah-2019-74x300.png" alt="" width="74" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*Sujeito a alteração de estoque.</span></p>
<h3><strong>PINOT NOIR </strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta uva, conhecida por sua personalidade e temperamento peculiar, faz sucesso nas regiões de Borgonha e Champagne, na França, mas também se apoderou do clima privilegiado do país, dominando principalmente a área de Casablanca e do Valle de San Antonio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Originando vinhos chilenos com sabores frescos e elegantes, além de aromas que remetem a nuances de cereja, morango e cranberry, a </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/pinot-noir/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Pinot Noir</b></a><span style="font-weight: 400;"> é um excelente acompanhamentos para refeições que entregam mais acidez como, por exemplo, pratos à base de tomates. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Chile também conta com o cultivo de uvas como </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-malbec/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Malbec</b></a><span style="font-weight: 400;">, Cabernet Franc, País e Cariñena (Carginan).</span></p>
<h2><strong>AS UVAS BRANCAS DOS VINHOS CHILENOS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Chile, as plantações de castas brancas estão dominadas por duas variedades internacionais: </span><b>Sauvignon Blanc e <a href="https://www.evino.com.br/blog/chardonnay-day/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chardonnay</a>.</b></p>
<h3><strong>SAUVIGNON BLANC</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerado um dos maiores produtores de Sauvignon Blanc, o Chile entrega incríveis rótulos a partir dessa uva, como os queridinhos da linha </span><b>Parras del 43 e Santa Angelica.</b></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/parras-43-sauvignon-blanc-184321.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P7_1000002172" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2529 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/parras-del-43-sauvignon-blanc-central-valley-d.o.-2019-76x300.png" alt="" width="76" height="300" /></a>    <a href="https://www.evino.com.br/product/santa-ang--lica-sauvignon-blanc-161051.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P8_1000001043" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2530 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/santa-angelica-sauvignon-blanc-2019-72x300.png" alt="" width="72" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*Sujeito a alteração de estoque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos chilenos oriundo desta cepa costumam apresentar notas intensas de frutas tropicais e cítricas, dentre elas, abacaxi, pêssego e limão, sendo as pedidas ideais para </span><b>aproveitar dias mais quentes, degustações com aperitivos leves ou pratos à base de peixes e frutos do mar. </b></p>
<h3><strong>CHARDONNAY</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerada a rainha das uvas brancas, a </span><b>Chardonnay </b><span style="font-weight: 400;">encontrou no chile as condições climáticas perfeitas para se desenvolver, especialmente na </span><b>região central</b><span style="font-weight: 400;">, onde há sol abundante para amadurecer a uva, e o frio noturno, que preserva a acidez da fruta. O resultado desses elementos são líquidos com muito equilíbrio, intensas notas de frutas e sabor marcante.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é comum que vinhos chilenos elaborados com a uva tenham uma passagem em </span><a href="https://www.evino.com.br/blog/influencia-da-barrica-no-vinho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>barricas de carvalho</b></a><span style="font-weight: 400;">, o que</span><span style="font-weight: 400;"> traz maior estrutura, complexidade e persistência à bebida.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Que tal apreciar essa uva queridinha mundo afora com os rótulos da linha <strong>Las Rocas e Vinchante</strong>?</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/las-rocas-chardonnay-184341.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P9_1000002174" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2527 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/las-rocas-chardonnay-valle-central-2019-74x300.png" alt="" width="74" height="300" /></a>    <a href="https://www.evino.com.br/product/aves-patagonicas-chardonnay-2019-183351.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200807_VinhosChilenos&amp;utm_content=P10_1000002115" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2523 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/08/aves-patagonicas-chardonnay-central-valley-2018-79x300.png" alt="" width="79" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*Sujeito a alteração de estoque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com todo esse histórico, ficou bem claro que os vinhos chilenos, além de saborosos e donos de inúmeras adegas no Brasil e no mundo, também são super diferentes entre si, a depender de sua região, principalmente em comparação com o país de origem dessas uvas, não é mesmo? </span></p>
<h2><strong>VINHOS CHILENOS E SUAS CURIOSIDADES</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para encerrar essa enciclopédia sobre os vinhos chilenos, nada melhor do que algumas curiosidades sobre essa região:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>O país produz vinhos sustentáveis:</b><span style="font-weight: 400;"> não é novidade que a sustentabilidade tem se tornado uma pauta cada vez mais relevante na atualidade, e, felizmente, o cuidado com o meio ambiente fazem cada vez mais parte dos vinhos produzidos no país, seja pela boa qualidade do solo, o isolamento geográfico &#8211; que reduz a necessidade de agentes químicos &#8211; ou até mesmo pelas políticas de produção da bebida.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Tecnologia na produção:</b><span style="font-weight: 400;"> como vimos antes, os vinhos chilenos são produzidos há séculos, e esse fato que fez com que a elaboração da bebida fosse manual por muito tempo. No entanto, nos últimos anos, o país tem se dedicado de maneira exemplar para modernizar a produção e investir em novas tecnologias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Chile x Argentina?:</b><span style="font-weight: 400;"> A proximidade geográfica dos dois países faz com que você imagine que ambos os locais compartilhem as mesmas relações culturais em relação ao vinho e que os sabores dos mesmos sejam até parecidos, de certa forma, não é? Pois isso é um mito! Os dois entregam vinhos de excelente qualidade e são extremamente relevantes para o Novo Mundo, mas o resultado final dos produtos são bem diferentes. No fim das contas, o importante é que ambos são super queridos aqui no Brasil! Qual é o seu favorito? </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já sabe tudo sobre os vinhos chilenos, que tal abastecer a sua adega com os seus favoritos? Um brinde!</span></p>
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		<title>Vinhos argentinos inéditos: conheça a Bodega Goulart</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 00:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinhos argentinos são uma das nossas grandes paixões quando o assunto é Novo Mundo, e isso nem é uma novidade. Mas, agora temos uma boa nova para contar: um dos grandes lançamentos do mês de julho é de uma brasileira que produz excelente vinhos em Mendoza, na Argentina e que promete conquistar a sua adega assim como nos conquistou. Quer descobrir mais sobre essa história? Vem com a gente que contamos tudo aqui: A ADMIRÁVEL HISTÓRIA DA FAMÍLIA GOULART ANTES DOS VINHOS ARGENTINOS Ao contrário do que se imagina, a história da Bodega Goulart não se iniciou com a produção...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Vinhos argentinos</b><span style="font-weight: 400;"> são uma das nossas grandes paixões quando o assunto é <strong>Novo Mundo</strong>, e isso nem é uma novidade. Mas, agora temos uma boa nova para contar: um dos grandes lançamentos do mês de julho é de <strong>uma brasileira que produz excelente vinhos em Mendoza, na Argentina</strong> e que promete conquistar a sua adega assim como nos conquistou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer descobrir mais sobre essa história? Vem com a gente que contamos tudo aqui:</span></p>
<h2><strong>A ADMIRÁVEL HISTÓRIA DA FAMÍLIA GOULART ANTES DOS VINHOS ARGENTINOS</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário do que se imagina, a história da </span><b>Bodega Goulart</b><span style="font-weight: 400;"> não se iniciou com a produção dos </span><span style="font-weight: 400;">vinhos argentinos</span><span style="font-weight: 400;"> que vamos apresentar ao longo deste artigo. Essa história começa, indiretamente, durante a </span><b>Revolução Constitucionalista de 1932</b><span style="font-weight: 400;">, quando Gastão Goulart esteve no comando da </span><b>Legião Negra </b><span style="font-weight: 400;">(também conhecidos como Pérolas Negras), voluntários afrodescendentes que resistiram e foram às ruas pela democracia durante a “guerra paulista”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio aos conflitos deste período, Goulart precisou ser exilado na Argentina, e, em sua estadia pelo “país dos hermanos”, adquiriu </span><b>vinhedos centenários de <a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-malbec/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Malbec</a></b><span style="font-weight: 400;">, uva francesa que hoje é considerada um dos grandes símbolos do país e uma das favoritas entre os brasileiros. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2406 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/21--300x263.jpg" alt="" width="405" height="355" /></p>
<p><b><i>*Vinhedos da vinícola Goulart. Arquivo pessoal.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente em 1997, quando Erika, neta de Gastão, descobriu a existência das terras e renegociou a posse das vinhas, que o desafio de seguir em frente com o negócio do avô realmente começou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nascida nos anos 70, paulistana &#8211; especificamente do </span><b>bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Erika Goulart aprendeu tudo o que sabe hoje em dia </span><b>botando a mão na massa &#8211; ou melhor, nas uvas. </b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2408 lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/image-300x300.png" alt="" width="423" height="423" /></p>
<p><b><i>*Erika Goulart nos vinhedos da vinícola. Arquivo pessoal.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A princípio, sem pretensão de ser produtora de vinhos, Erika tem muita sede pelo aprendizado, o que posteriormente se tornou uma grande paixão por Malbec e se transformou no desafio de mergulhar de cabeça no negócio que, hoje, é </span><b>uma das vinícolas mais renomadas da Argentina e que está chegando com tudo na Evino.</b></p>
<h2><strong>O AMOR PELOS VINHOS ARGENTINOS E POR MENDOZA RESULTA EM UMA PARCERIA INÉDITA</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não há dúvidas de que, assim como muitos brasileiros, a Evino tem um amor e um carinho especial pelos </span><span style="font-weight: 400;">vinhos argentinos</span> <span style="font-weight: 400;">e pelo famoso </span><b>Malbec de Mendoza</b><span style="font-weight: 400;"> quando o assunto é “</span><b>vinho do Novo Mundo</b><span style="font-weight: 400;">”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um dos grandes motivos pelo qual escolhemos a Goulart para enriquecer o nosso portfólio, além de, claro, </span><b>prestigiar ainda mais <a href="https://www.evino.com.br/blog/ vinhos-brasileiros-o-cultivo-de-uvas-da-europa-no-sul-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-wplink-url-error="true">produtores de origem brasileira</a></b><span style="font-weight: 400;"> e proporcionar aos nossos clientes a experiência de degustar a </span><b>qualidade excepcional </b><span style="font-weight: 400;">dos vinhos de Erika.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Erika conta que as  expectativas para a parceria com a Evino são reais e duradouras. “Esperamos que essa parceria que começou com uma troca de telefones seja duradoura, e que cada vez mais nossos vinhos consigam chegar aos consumidores, clientes e fanáticos pelo vinho”, diz.</span><b> “Que a Evino consiga transmitir o nosso trabalho, a nossa dedicação e o nosso amor ao vinho para a maior quantidade de pessoas no Brasil”.</b><b><br />
</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a incrível missão de ser a ponte entre a Bodega Goulart e sua  taça, apresentamos a renomada seleção que está chegando em nosso site!</span></p>
<h2><strong>VINHOS ARGENTINOS INÉDITOS: CONHEÇA A RENOMADA SELEÇÃO DA BODEGA GOULART</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com recém certificado de vinhos orgânicos para os vinhos 100% Malbec a partir da safra de 2018, a Bodega Goulart chega com uma proposta de entregar vinhos elaborados cuidadosamente, de maneira cuidadosa, ao ponto de assemelhar-se a uma boutique, e com uma alta qualidade e valor justo. Entenda melhor:</span></p>
<blockquote><p><b>“A Goulart, ao longo desses 22 anos, desenvolveu uma trajetória e tem todo um histórico de uma grande relação preço x qualidade. Quando você toma um vinho da Goulart, desde o mais barato até o mais caro, ou seja, da nossa linha de entrada até a nossa linha Gran Vin, o nosso consumidor está completamente seguro que a relação preço x qualidade que ele está comprando é imbatível.” </b><b>&#8211; Erika Goulart, proprietária da Bodega Goulart</b></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegamos à melhor parte: conhecer esta incrível seleção de </span><span style="font-weight: 400;">vinhos argentinos</span><span style="font-weight: 400;"> produzidos por uma brasileira. Vem com a gente!</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="VINHO ARGENTINO: CONHEÇA A LINHA BODEGA GOULART, LANÇAMENTO DA EVINO" width="720" height="405" src="https://www.youtube.com/embed/HKD4JyHmK4U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><strong>R RESERVA</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">R Reserva é a porta de entrada para Bodega Goulart no universo dos </span><span style="font-weight: 400;">vinhos argentinos</span><span style="font-weight: 400;">. Criado em 2005, foi o primeiro rótulo elaborado pela proprietária da vinícola, a brasileira Erika Goulart, antes mesmo de ter um espaço próprio para produção. Depois de muitos aprendizados, com cerca de 15 anos de existência, é o favorito de Erika, um dos rótulos mais vendidos da vinícola e promete conquistar um lugar especial na sua adega com seus goles equilibrados e frutados, que harmonizam muito bem com tiras de carnes grelhadas.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/r-reserva-malbec-----cabernet-sauvignon-176471.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P1_1000001877" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2415 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/r-reserva-66x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="66" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<h3><strong>B BLACK LEGION</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Black Legion é um blend de poesia, história e amor. É um tinto que homenageia aos voluntários afrodescendentes comandados pelo Marechal Gastão Goulart, que ficaram conhecidos como “Legião Negra”. Te convidamos a conhecer esta história exemplar de luta e resistência, e entender melhor o porquê esses goles e elegantes conquistaram a Evino e o mundo.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/b-black-legion-176461.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P2_1000001876" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2413 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/b-black-legion-66x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="66" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<h3><strong>W WINEMAKER&#8217;S MALBEC</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">W Winemaker’s é um Malbec elaborado com intuito de homenagear o centenário do vinhedo denominado Don Pedro, em Lulunta, denominação de Luján de Cuyo. De cultivo cuidadoso e orgânico, é um tinto saboroso e robusto, perfeito para harmonizar com carnes grelhadas.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/w-winemaker---s-winehunter-malbec-176481.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P3_1000001878" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2418 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/w-winemakers-malbec-80x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="80" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<h3><strong>M THE MARSHALL</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a todo o cuidado, paixão, dedicação, e, principalmente, a todas as histórias contadas pelos vinhedos da Goulart, nasce M The Marshall, um tinto que carrega a grande especialidade de Erika, a uva Malbec, e entrega goles elegantes, robustos e persistentes.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/m-the-marshall-single-vineyards-malbec-176451.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P4_1000001875" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2414 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/m-the-marshall-80x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="80" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<h3><strong>T TORRONTÉS</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Torrontés é uma das uvas brancas mais famosas na Argentina, a ponto de ser considerada uma das principais assinaturas dos vinhos brancos no país. Cultivada nos vinhedos centenários da família Goulart, aqui a Torrontés origina um vinho branco frutado, refrescante, delicado e extremamente aromático.</span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/t-torront--s-176431.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P5_1000001873" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2417 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/t-torrontes-75x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="75" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<h3><strong>ROSÉ MALBEC LUJÁN DE CUYO</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Cultivado na região de Luján de Cuyo, na célebre Mendoza, este é um vinho rosé de Malbec assinado por Erika. Prepare-se para degustar todo o frescor, sabor e fruta que só uma produção cuidadosa e orgânica, e que coleciona histórias para contar, é capaz de oferecer. </span></p>
<p><a href="https://www.evino.com.br/product/ros---malbec-176441.html?utm_medium=Blog&amp;utm_source=Post&amp;utm_campaign=20200717_VinhosArgentinosIneditos&amp;utm_content=P6_1000001874" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2416 size-medium lazyload" src="https://www.evino.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/07/rose-malbec-75x300.png" alt="Botão para comprar vinhos argentinos" width="75" height="300" /></a></p>
<p>*Sujeito a alteração de estoque.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, gostaram de conhecer toda a trajetória da Goulart e sua seleção de </span><span style="font-weight: 400;">vinhos argentinos</span><span style="font-weight: 400;">? Conta aqui para a gente! 😉</span></p>
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		<title>O que é Vinho Verde? Entenda por que esse vinho português é tão especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaynan Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 18:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre Vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Vinho Verde? Entenda por que esse vinho português é tão especial O Vinho Verde é um dos estilos de vinho mais singulares do mundo — e também um dos mais mal compreendidos. Muita gente ainda acha que ele tem relação com a cor do vinho, quando na verdade o nome se refere à origem e ao estilo, não à tonalidade. Produzido no noroeste de Portugal, o Vinho Verde é conhecido por seu frescor, acidez vibrante e leveza, sendo um símbolo do vinho português moderno. Mas afinal, o que exatamente é Vinho Verde? E por que ele faz...</p>
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<h1>O que é Vinho Verde? Entenda por que esse vinho português é tão especial</h1>
<p>O Vinho Verde é um dos estilos de vinho mais singulares do mundo — e também um dos mais mal compreendidos. Muita gente ainda acha que ele tem relação com a cor do vinho, quando na verdade o nome se refere à origem e ao estilo, não à tonalidade.</p>
<p>Produzido no noroeste de Portugal, o Vinho Verde é conhecido por seu frescor, <a href="https://www.evino.com.br/blog/acidez-no-vinho/">acidez</a> vibrante e leveza, sendo um símbolo do vinho português moderno. Mas afinal, o que exatamente é Vinho Verde? E por que ele faz tanto sucesso?</p>
<h2>Afinal, o que significa Vinho Verde?</h2>
<p>A primeira coisa que precisa ficar clara é simples: <strong>Vinho Verde não é um tipo de vinho, é uma denominação de origem</strong>.</p>
<p>O termo designa a região vitivinícola do Minho, onde são produzidos <a href="https://www.evino.com.br/blog/guia-vinho-branco-o-que-e-producao-uvas-e-mais-evino/">vinhos brancos</a>, <a href="https://www.evino.com.br/blog/guia-vinho-rose-o-que-e-producao-uvas-e-mais-evino/">rosés</a>, <a href="https://www.evino.com.br/blog/guia-vinho-tinto-o-que-e-producao-uvas-e-mais-evino/">tintos</a> e até espumantes sob a mesma certificação. O &#8220;verde&#8221; não está na cor do vinho, mas na ideia de juventude e frescor — um estilo pensado para ser consumido jovem, preservando sua vivacidade natural.</p>
<p>Há também quem associe o nome à paisagem sempre verdejante da região, marcada por colinas úmidas e vegetação intensa.</p>
<h2>Onde nasce o Vinho Verde</h2>
<p>A região do Vinho Verde ocupa uma grande faixa do norte de Portugal, entre os rios Minho e Douro, fazendo fronteira com a Galícia, na Espanha. É considerada a maior região vitivinícola do país.</p>
<p>O clima exerce papel fundamental nesse estilo. Apesar de estar em uma zona mediterrânea, o Minho sofre forte influência do Atlântico, resultando em temperaturas amenas e altos índices de chuva. Somados aos solos graníticos, esses fatores criam o ambiente ideal para vinhos de acidez elevada, baixo teor alcoólico e perfil refrescante.</p>
<p>Um detalhe curioso da viticultura local é o uso tradicional de <strong>pérgolas</strong>, estruturas elevadas onde as videiras crescem suspensas. Além de facilitar a circulação de ar, esse sistema ajuda a reduzir doenças fúngicas em um clima naturalmente úmido.</p>
<h2>As uvas que dão identidade ao Vinho Verde</h2>
<p>Grande parte da personalidade do Vinho Verde vem de suas castas autóctones. Durante séculos, os vinhos da região foram produzidos como <em>field blends</em>, misturando várias uvas desde o vinhedo até a fermentação.</p>
<p>Hoje, além desses cortes tradicionais, crescem os rótulos varietais. Entre as uvas que mais definem o estilo estão:</p>
<h3>Principais uvas brancas</h3>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Uva</th>
<th>Características</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Alvarinho</strong></td>
<td>Traz mais estrutura e intensidade <a href="https://www.evino.com.br/blog/perfumes-e-vinhos/">aromática</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Loureiro</strong></td>
<td>Responsável por notas florais e cítricas</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Arinto</strong></td>
<td>Garante a acidez vibrante típica da região</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Trajadura, Avesso e Azal</strong></td>
<td>Contribuem para leveza e equilíbrio</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Principais uvas tintas</h3>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Uva</th>
<th>Características</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Vinhão</strong></td>
<td>Cor intensa e acidez marcante</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Padeiro</strong></td>
<td>Mais leve e aromática</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Espadeiro</strong></td>
<td>Fresca e delicada, também usada em rosés</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A sub-região de <strong>Monção e Melgaço</strong> merece destaque especial, pois é referência em vinhos 100% de Alvarinho, mais estruturados e complexos.</p>
<h2>Como é o estilo do Vinho Verde na taça</h2>
<p>O Vinho Verde é frequentemente descrito como o <a href="https://www.evino.com.br/blog/vinhos-para-o-verao/">vinho ideal para dias quentes</a>. Seu perfil sensorial se apoia em três pilares:</p>
<ul>
<li><strong>Frescor intenso</strong>, graças à acidez elevada</li>
<li><strong>Leveza</strong>, com teor alcoólico geralmente mais baixo</li>
<li><strong>Vivacidade</strong>, que torna o vinho fácil e prazeroso de beber</li>
</ul>
<p>Outro traço típico é a chamada <strong>&#8220;agulha&#8221;</strong>, uma leve efervescência causada pelo gás carbônico residual. Antigamente isso ocorria de forma espontânea; hoje, alguns produtores recorrem à carbonatação controlada para manter essa sensação refrescante.</p>
<h3>O que aparece na taça</h3>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo</th>
<th>Perfil aromático e de sabor</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Brancos</td>
<td>Notas de limão, maçã verde e ervas frescas</td>
</tr>
<tr>
<td>Rosés</td>
<td>Frutas vermelhas delicadas</td>
</tr>
<tr>
<td>Tintos</td>
<td>Perfil rústico, mas refrescante, com frutos silvestres</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Como harmonizar o Vinho Verde</h2>
<p>Poucos vinhos são tão versáteis à mesa quanto o Vinho Verde. Sua acidez elevada funciona como um tempero natural, limpando o paladar e realçando sabores.</p>
<p>Ele harmoniza especialmente bem com:</p>
<ul>
<li><strong>Frutos do mar e peixes</strong>, como camarões, mariscos e bacalhau com legumes</li>
<li><strong>Saladas e pratos leves</strong>, sobretudo com molhos cítricos ou à base de vinagrete</li>
<li><strong>Frituras</strong>, já que a acidez atua como um &#8220;limão&#8221;, cortando a gordura</li>
<li><strong>Polvo</strong>, principalmente em saladas frias com azeite e limão</li>
<li><strong>Pães de massa densa</strong>, especialmente os portugueses com azeite ou azeitonas</li>
</ul>
<p>Já os Vinhos Verdes tintos acompanham muito bem carnes de porco, embutidos leves e pratos rústicos da culinária portuguesa.</p>
<h2>A melhor forma de servir</h2>
<p>Para aproveitar todo o potencial refrescante do Vinho Verde, a <a href="https://www.evino.com.br/blog/temperatura-ideal-para-o-vinho/">temperatura</a> é fundamental.</p>
<p>O ideal é servir entre <strong>8°C e 10°C</strong>. Em dias muito quentes, vale resfriar um pouco mais — o frescor é parte essencial da experiência.</p>
<h2>Por que o Vinho Verde conquistou o mundo</h2>
<p>O sucesso do Vinho Verde vai além da moda. Ele representa uma nova forma de beber vinho: mais leve, mais descontraída e mais conectada ao prazer do momento.</p>
<p>Agora que você sabe o que é Vinho Verde, fica fácil entender por que esse vinho português conquistou espaço nas mesas do mundo inteiro — <strong>não pela cor, mas pela personalidade</strong>: um estilo que une tradição, frescor e identidade regional como poucos no universo do vinho.</p>
<h2>Veja também:</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.evino.com.br/blog/vinhos-laranja-ramato/">Vinhos Laranjas e Estilo Ramato: O Que É a &#8220;Quarta Cor&#8221; do Vinho</a></li>
<li><a href="https://www.evino.com.br/blog/vinhos-fortificados/">Vinhos Fortificados: Tipos, Harmonização, Como Escolher e Servir</a></li>
<li><a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-riesling/">Riesling: origem, estilos, características e harmonização ideal</a></li>
<li><a href="https://www.evino.com.br/blog/vinhos-blend/">Vinhos Blend: história, características e harmonização</a></li>
<li><a href="https://www.evino.com.br/blog/uva-syrah/">Vinho Syrah: história, aromas e harmonizações</a></li>
</ul>
<h2>Dúvidas Frequentes</h2>
<dl>
<dt>O que é Vinho Verde?</dt>
<dd>
<p>Vinho Verde é uma Denominação de Origem Protegida de Portugal, produzida no noroeste do país, conhecida por vinhos frescos, leves e de alta acidez.</p>
</dd>
<dt>Vinho Verde é um vinho verde na cor?</dt>
<dd>
<p>Não. O nome &#8220;verde&#8221; se refere à juventude e ao frescor do estilo, não à cor do vinho, que pode ser branco, rosé, tinto ou espumante.</p>
</dd>
<dt>Onde o Vinho Verde é produzido?</dt>
<dd>
<p>Ele é produzido exclusivamente na região do Minho, no noroeste de Portugal, entre os rios Minho e Douro.</p>
</dd>
<dt>Quais são as principais uvas do Vinho Verde?</dt>
<dd>
<p>As uvas mais comuns são Alvarinho, Loureiro, Arinto, Trajadura e Avesso, além das tintas Vinhão, Padeiro e Espadeiro.</p>
</dd>
<dt>Vinho Verde é sempre um blend?</dt>
<dd>
<p>Tradicionalmente sim, mas hoje também existem muitos Vinhos Verdes varietais, especialmente de Alvarinho e Loureiro.</p>
</dd>
<dt>Como é o sabor do Vinho Verde?</dt>
<dd>
<p>É um vinho leve, fresco e ácido, com notas cítricas, frutadas e, em alguns casos, leve efervescência.</p>
</dd>
<dt>Por que o Vinho Verde tem &#8220;agulha&#8221;?</dt>
<dd>
<p>A &#8220;agulha&#8221; é uma leve sensação de gás carbônico residual, que aumenta o frescor e a vivacidade do vinho.</p>
</dd>
<dt>Vinho Verde é um vinho doce?</dt>
<dd>
<p>Não. A maioria dos Vinhos Verdes é seca ou levemente seca, com acidez alta que pode dar sensação de frescor intenso.</p>
</dd>
<dt>Com quais pratos o Vinho Verde combina melhor?</dt>
<dd>
<p>Ele harmoniza muito bem com frutos do mar, peixes, saladas, frituras leves e pratos da culinária portuguesa.</p>
</dd>
<dt>Vinho Verde deve ser bebido jovem?</dt>
<dd>
<p>Sim, a maior parte dos Vinhos Verdes é feita para consumo jovem, embora alguns Alvarinhos de Monção e Melgaço tenham potencial de guarda.</p>
</dd>
<dt>Qual a temperatura ideal para servir Vinho Verde?</dt>
<dd>
<p>O ideal é servir entre 8°C e 10°C, bem gelado, para preservar o frescor e a acidez.</p>
</dd>
<dt>Vinho Verde é só para o verão?</dt>
<dd>
<p>Não. Apesar de ser muito refrescante, ele pode acompanhar refeições leves durante o ano todo.</p>
</dd>
</dl>
</div>
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